Natalie Dominic normalmente me deixa na porta do meu apartamento, mas hoje insisti para que ele me deixasse na calçada. Fez sentido, já que ele precisava ir até a Zentryx de qualquer forma. Agora, estou arrependida de não ter pedido que ele me acompanhasse até a porta. O apartamento está uma bagunça. Sinais de luta por todos os lados. A mesa da cozinha foi virada. As luminárias estão quebradas. Livros foram jogados ao chão, muitos com as páginas rasgadas. Há um buraco no drywall — de um chute ou um soco, não sei dizer — e pegadas de botas enlameadas cobrem o carpete. Também há sangue. Não muito, mas o suficiente para sugerir uma briga violenta. Gotas no chão da cozinha, respingos na parede, e uma marca de mão manchada no balcão. — Sophia? Meu coração dispara. Talvez gritar o nome dela

