- Sacrifício e Recompensa

1745 Words
No dia antes da viagem eu evitei o encontrar o Marvin. Tinha muito o que fazer e praticar. Faltei na aula e ignorei as 57 ligações dele, as mais de 80 mensagens e não atendi aos inúmeros toques na campainha. Foi um dia cansativo e longo, quase não dormi. Mas no fim eu estava satisfeito com o resultado. No dia seguinte eu estava moído e cansado. Cheguei cedo no ônibus que nos levaria pra final e já me acomodei em um dos bancos de trás. m*l fechei os olhos e já senti alguém me sacudindo. - c*****o Félix! Onde você se meteu ontem? Você sabe quantas vezes eu te liguei!? Ele se sentou do meu lado e me encheu de socos. - Ai Marvin, não me bate! - respondi rindo e segurando suas mãos - eu sumi de propósito! Tava preparando seu presente de aniversário! - Sério?! - ele sorriu com vontade e começou a me abraçar. - Sério. - Abri minha mochila e tirei um embrulho pra ele - feliz aniversário panaca. Ele parecia ter 12 anos. Apanhou o embrulho e rasgou com vontade. Deu um berro quando viu o jogo. - Caraca!!!! - ele me abraçou de novo e me deu um beijo na bochecha.- p***a Félix, brigado! Eu te amo cara. - Eu também crianção - respondi feliz de ver ele assim. - De verdade. Ele passou a viagem toda mostrando o jogo pros caras. Se esqueceu até de perguntar o que tanto eu tinha preparado. Melhor assim. Chegamos na cidade vizinha quase atrasados e fomos direto pro vestiário nos aprontar. - Félix, desculpa por anteontem tá? - Marvin já havia se trocado e estava sentado no banco me esperando.- Eu estava meio pilhado. Não queria cair no choro. Calcei minha chuteira e dei um tapinha na sua cabeça. - Você sabe que pode cair no choro comigo sempre que quiser. - É, eu sei - Ele riu sem graça. Levantei ele e cochichei: - Depois do jogo você vai ganhar outro presente. Ele me olhou animado e surpreso. - Sério?! - Sério. Agora vê se dedica algum gol pra mim hein? Saímos do vestiário, nos aquecemos com o time e fomos pra final. O Marvin dedicou os dois gols dele pra mim. Vencemos de 3 a 1. Dois gols do Marvin e um meu. Quando voltamos pro vestiário era aquela farra. Tiramos fotos com o troféu, selfies com as medalhas... Enfim, tudo muito divertido. Mas eu não consegui curtir a festa direito. Eu estava um pouco nervoso. Ainda era cedo então o treinador sugeriu levar a gente pra comemorar em alguma pizzaria por ali mesmo antes de voltarmos pra casa. Por conta da casa. Claro que o time aceitou na hora. Avisei que eu e o Marvin iríamos depois. Ele olhou pra mim sem entender mas não questionou. O pessoal com pressa de ir embora pra almoçar se arrumaram na velocidade da luz. Muitos nem banho tomaram tamanha era a fome. Não demorou muito e só havia restado nos dois no vestiário. Pelo silêncio no campo até o time adversário já tinha ido embora. - Você pode me dizer agora por que você está assim misterioso? Eu estava colocando uma bermuda limpa enquanto o Marvin saía da ducha, enrolado na toalha. - Por conta do seu outro presente. Ele abriu o sorrisão que eu tanto adorava. - Ah! É mesmo! Eu tinha esquecido! Ele largou a toalha e foi pegar sua roupa no armário. As vezes o universo conspira ao nosso favor. "Chegou a hora" Passei a mão no rosto nervoso. - Marvin, você sabe que eu te amo né? - Lógico brother, eu também. - ele estava de costas pra mim, nu em pelo, procurando sua cueca. - E você sabe que eu só quero o seu bem né? - ele se virou pra mim desconfiado. Eu hesitei um pouco mas acabei me levantando. Empurrei ele gentilmente até ficar encostado na parede. Seu sorriso vacilou um pouco. - Sei disso também Félix. O que tá pegando? - Fecha os olhos e confia em mim. Seu sorriso vacilou mais um pouco mas ele me obedeceu. Fechou os olhos e aguardou. Rapidamente tranquei a porta do vestiário e voltei pro meu amigo. - Não vale olhar. - Avisei ajoelhando. - Não tô olhando Felix! Respirei fundo e cuidado, devagar, abocanhei seu p*u. O Marvin abriu os olhos e a boca assustado e tremeu inteiro. Pareceu perder as forças por um momento e apoiou as costas na parede. - FELIX!? MEU DEUS! - ele gritou olhando pra mim. Eu procurava não pensar em nada. Se eu ponderasse essa situação eu provavelmente veria a loucura que era e me afastaria. Olhei pra ele com o p*u na minha boca e sua cara de prazer assustado me deu forças pra continuar. Eu não estava chupando um cara. Era o Marvin. Meu brother. Ele estava acima do preconceito, do nojo e da razão. Ele merecia. Com uma rapidez incomum senti seu p***o dobrar de tamanho, depois triplicar. Tive que tirar ele da minha boca. Marvin estava de olhos fechados tampando sua boca com uma das mãos. Ele fazia sons estranhos e continuava a tremer. - Meu Deus....Meu Deus... - repetia ele. Eu já sabia o tamanho que seu p*u ficava duro, nossa i********e permitiu eu ter esse conhecimento, então havia treinado muito no dia anterior. Logo cedo eu havia comprado 2 abobrinhas no mercado com o tamanho muito parecido com o p***o ereto do Marvin. Fervi elas um pouco pra ficar com a casca mais mole e pratiquei chupar aquele legume grosso. Por horas e horas. Pode parecer bobeira isso, mas eu que tinha o p***o pequeno já havia sofrido alguns boquetes bem dolorosos por causa de dentes e mordidas indesejaveis. Não queria causar um estrago no p*u enorme do meu amigo. Foi só depois de estragar a casca das 2 abobrinhas que me senti acostumado e confiante de que conseguiria fazer aquilo com o mínimo de danos. Eu encarava seu p***o gigante apontado pra frente com um pouco de receio. Marvin pareceu voltar um pouco a si. - Cara... Félix...- que foi isso meu? - Cala a boca. - pedi. - Só fecha os olhos e aproveita. Ele colocou as duas mãos no rosto e ficou parado. Pus em prática o que havia praticado por horas e horas seguidas. Abri bem a boca e escondi os dentes com o lábio. Fui engolindo a tora devagar e com calma, até sentir ela pinçar minha garganta. Meu amigo tremeu novamente e soltou um gemido fino. Sorri por dentro e comecei um vai e vem ritmado. Um p***o era bem diferente de uma abobrinha. Você sentia a carne na boca sabe? Eu conseguia engolir pouco mais da metade de sua rola antes de me sentir sufocado. Minha boca estava completamente aberta. E eu não sentia nojo algum do Marvin. Era estranho isso. Não estava louco de prazer também. Parecia... Normal fazer isso pelo meu amigo. Ver ele se contorcendo e gemendo me dava uma satisfação genuína. Fiquei e******o com a situação e coloquei meu p*u pra fora. Dei duas estocadas e ele já estava no ponto de bala. Senti um gosto amargo na boca e percebi que o p*u dele devia tá soltando aquele caldinho de pré g**o. O Marvin começou a alucinar. Ele segurou minha cabeça e começou a bombar com força na minha garganta. Tive que parar de bater minha punheta pra frear um pouco seu ímpeto. - Ahh Félix, que delícia... QUE DELICIA!! Ele deu um gemido gutural e se retesou inteiro. Percebendo o que estava por vir dei um pulo pra trás segundos antes dele começar a gozar. Levar p***a na guela era demais né? Ele gozou de uma forma que eu nunca vi igual. Quando me afastei ele deu um gemido assustado e se ajoelhou com uma perna. Ameaçou cair mas conseguiu se equilibrar na parede. Jatos e jatos de p***a grossa começou a ser lançado pra frente. Sujou meu peito e meu cabelo. E ele não parava de gemer daquele jeito louco. Começou a chorar e a gemer, a p***a ainda voando pra frente. Confesso que esse foi o único momento que eu achei um pouco nojento. Ele meio que deitou/sentou no chão, sem forças. Fechou os olhos, gemendo um pouco baixinho. Nem eu tava me entendendo. Não fiquei com vergonha, ou tímido. Não fiquei com nojo nem dele ou de mim.(Só dá p***a). Ver ele naquele estado só me deixou feliz. Me aproximei devagar dele e sentei do seu lado. - E aí? - perguntei baixinho, sem saber se eu sorria ou não. Dei um cutucão no seu braço e ele se indireitou um pouco. - Félix... O que aconteceu? - sua voz tava fraca e ele enxugou as lágrimas remanescentes. - Antes que você pergunte, eu não virei viado. Eu só queria te dar um presente de aniversário à altura da nossa amizade. Ele olhou pra mim surpreso e emocionado. - Cara... - ele suspirou - obrigado... - Por nada. - Dei um beijo em sua bochecha. - Foi bom? Ele abriu aquele sorrisão. - Se foi bom?! Foi a melhor sensação da minha vida!! Ele se levantou de um pulo e me ajudou a levantar. Pelo jeito sua alegria voltara. - Agora eu vou tomar uma ducha. - tirei a bermuda e dei um tapa na sua b***a. - você também tá todo sujo. Ele encarou meu cabelo cheio de p***a e fez uma careta. - Mas você está mais. Rimos juntos e entramos na ducha. Ele ainda ficou me encarando com cara de assombrado por um tempo. Toda hora dando umas risadinhas e cobrindo a boca feliz. - c*****o Félix. Você me realizou total. - já estávamos nos trocando. - Que bom que curtiu. Eu te amo irmão. - Eu também. - ele vestiu a camiseta e pareceu pensar um pouco. - Você aguentou minha vara com tudo, meu! - Ahan - dei uma risada. - Mas por que você não engoliu minha p***a? Olhei pra ele rindo e levemente ofendido. Ele parecia realmente curioso. - Por que aí já é demais né amigão? - Hum... -Ele colocou a mão no queixo pensativo. - Na próxima vez você tenta engolir? - Próxima vez? - nos encaramos e caímos na risada. - Veremos. A partir desse dia todo e qualquer pudor que ainda existia entre a gente desapareceu. E nossa história estava apenas começando... ∆∆∆∆∆ Fim da Parte 1
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