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986 Words
Capítulo 19 Fumaça narrando Eu olho para Hellen junto de Rafa e Julia, ela estava bebendo, fumando e dançando com elas e mais uns vapores, ela estava bem alegre e dançava até o chão. — Ela se soltou bastante – Denis fala — Advogada tá que tá. — E porque está de olho nela o tempo otodo? – brenda pergunta — Sai fora das paranoia Brenda – eu falo para ela. — Desde que a gente está aqui e ela chegou você não tira o olho dela – ela fala – que foi Fumaça, vai me trocar pela doutora? — Tenho que te dar satisfação da minha vida não garota – eu falo para ela – vai vaza daqui. — Está me mandando embora? — To mandando você vazar do camarote. — Você vai ficar com ela? – ela pergunta — Vai vaza – eu falo Brenda me encara e eu a empurro do meu colo, a mesma sai que nem um furacão do meu colo, eu pego o baseado e dou uma tragada. — Não acha que os vermes estão muito quieto – eu falo — Eles estão planejando dar o bote isso é certeza – Cacau fala — Quando a gente menos esperar, eles vão invadir – eu falo — So não pode ser hoje – Dn fala – estamos com muita gente no morro, seria o caos total controlar tudo, até porque iria ter muito inocente e gente de fora aqui dentro. — Ia ser o caos total – eu falo — O que tá rolando lá? – Dn pergunta e eu olho para trás. Vejo Brenda e Hellen batendo boca. — Se encherga garota – Hellen fala – to aqui na minha e você vem causar confusão. — Você chegou no morro e está me dando dor de cabeça. — Ah entendi – Hellen fala – é os chifres que você tem na cabeça? – Hellen fala rindo – Me perdoa, se você não consegue passar pela porta. — Eu vou te matar garota, você para de ser sonsa – Brenda vai para cima de Hellen mas a mesma segura o braço de Brenda. — Vou te dar algumas dicas sobre mim – Hellen pega Brenda e a mobiliza contra a proteção do camarote. — Vamos fazer nada? – Cacau pergunta — Espera. — Nunca brigue com uma advogada, antes de qualquer coisa minha amiga, eu passei por um treinamento f**a de defesa pessoal, para mobilizar qualquer filho da p**a ou flha da p**a que tentasse algo contra mim – ela coloca os braços de Brenda atrás – segundo, eu não tenho medo de brigar independente quem seja – ela joga Brenda no chão – terceiro, eu sou a ultima pessoa que você vai querer causar confusão, porque não entro em briga para perder. — Fumaça – Brenda fala – você vai deixar isso? — Eu mandei você vazar c*****o – eu falo – ei vocês – chamo os vapores – tirem ela daqui. Brenda começa a me chingar e chingar Hellen de tudo, eu apenas encaro Hellen e ela me encara. A mesma passa para trás do camarote e eu vou atrás dela, seguro ela em seus braços. — Está querendo arrumar confusão no meu morro? – eu falo jogando ela contra a parede – aqui é meu morro c*****o, você precisa obedecer as porcaria das ordens. — Se você não tivesse feito a merda que fez, não teria que estar aqui me aguentando – ela fala me encarando – a culpa é sua, então aguenta seus BO fumaça ou Henrique, como queira que eu te chame. — Você se drogou – eu falo para ela. — Eu nem comecei -e la fala me encarando e ela tenta sair mas eu seguro seu queixo e ela me encara – me solta. Eu beijo a sua boca e ela corresponde o meu beijo, eu passo a minha mão pela sua nuca e ela entrelaça as suas mãos no meu pescoço, a gente vai se beijando enquanto eu apertava forte em sua nuca segurando os seus cabelos, deixando nosso beijo ainda mais intenso e molhado. Eu abro o zíper da sua calça ali mesmo, eu olho para os lados mas não tinha ninguém ali e se aproximasse, iriam embora da mesma hora, era aberto, não era fechado o lugar, eu agarro ela pela cintura e levo ela para dentro do banheiro, a sua calça cai por completo no chão, e ela abre o zíper do meu calção, eu abro seu bory na parte de baixo e a mesma estava sem calcinha. Eu levanto a sua coxa, segurando firme nela e enfiando meu p*u dentro dela, eu vou beijando seu pescoço, enquanto ela rebolava sua cintura em meu p*u, encostada contra a pia, eu segurando a sua perna , com meu p*u dentro da sua i********e, ela rebolava bem gostoso enquanto a gente se beijava, eu tinha o baseado na outra mão, ela acaba pegando, eu viro ela de costa e ela encosta contra a pia, ficando com a b***a empinada, de quatro, o baseado cai da mão dela e eu pego ela pela cintura estocando nela com força, enquanto puxo o seu cabelo. Mas eu paro quando os fogos de artifícios começam e eu a empurro. — O que é isso? – ela pergunta quando os fogos não param. — Invasão, a policia está invadindo. — E agora? – eu pergunto — Olha para mim – eu falo – veste a roupa. Ela veste a roupa rápido e eu visto a minha, eu pego ela pelo braço. — Onde você está me levando? – ela fala e eu entro com ela dentro da outra sala – entra aqui nesse bau e só sai quando eu abrir o bau, você entendeu? — Sim – ela fala me olhando – nãos aia por nada, apenas quando eu abrir. Ela entra e eu fecho o bau.
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