Depois de um dia inteiro com sucesso em que consegui evitar ficar no mesmo ambiente sozinho con Lucas (principalmente porque passei umas três horas na academia e só voltei bem tarde), eu desabo na minha cama, um tanto aliviado. Já devem ser umas 10:30 da noite, e a casa está completamente silenciosa e escura, e a única luz que ilumina o meu quarto vem da janela de vidro ao lado da minha cama, que deixa a luz amarelada dos postes lá fora entrar e cria um ambiente confortável aqui dentro. Eu não visto mais do que o meu habitual pijama de linho, que é tão fino e macio que é como se eu estivesse pelado. Estou quase pegando no sono, mas é exatamente nessa hora que a porta do meu banheiro é aberta, e um corpo imensamente alto entra por ela. — Hey. O-o que você tá fazendo aqui?! — Exclamo,

