*Michael PoV*
Foi bom enquanto durou, porém não posso contar que Ethan tenha um lugar especial em cada lugar que estivermos. A van definitivamente não é uma opção, até porque, quando temos que recolocar todo equipamento de volta, o ambiente fica muito desconfortável. Nas cidades seguintes, decido alugar um quarto extra só para Amber e eu, nos hotéis nos quais a banda fica baseada. Um pouco de conforto nunca é demais. Para a minha namorada, nada é demais. Não é só pela Amber, mas também pela Dorothy. Quero evitar que ela se sinta sobrando. É aquela velha história: O que os olhos não vêem, o coração não sente. Eu estou feliz e quero muito que a minha irmãzinha também esteja.
Após Atlantic City, fazemos apresentações em várias cidades ao longo da costa até finalmente chegarmos em Miami, com um clima bem mais quente. Está rolando um festival na praia, onde Dorothy e Pete ficaram. Eu e minha ruiva demos uma desculpa qualquer e nos mandamos. Então, aqui estou eu, tentando impacientemente abrir a porr@ da porta, entre beijos fervorosos com a minha namorada. Assim que entramos, tranco a porta rapidamente e já começo a tirar a camisa. Suas mãos passeiam pelo meu peito e eu adoro isso.
ㅡ Vamos perder a queima de fogos...
ㅡ Você prefere ficar na praia, rodeada por um monte de estranhos, que aqui comigo, little bunny? ㅡ Ela abre a boca e eu coloco um dedo em seus lábios. ㅡ Pense bem na resposta.
Volto a beijá-la vorazmente e a empurro na direção da cama, onde ela cai e eu me jogo sobre ela. Desço minha boca pelo seu queixo e garganta e a mergulho no decote do seu vestido. Puxo a parte superior para baixo e agradeço por ela não estar usando soutien. Aquela coisa é s&xy, porém hoje não estou a fim de ter mais um obstáculo no meio do processo. Alterno minha boca entre um m@milo e outro, sugando-os até arrancar dela vários gemidos de prazer.
ㅡ Alguém está com fome hoje...
ㅡ Little bunny, estou sempre faminto de você...
Esfrego meu memb®o rígido no meio de suas pernas para que sinta meu grau agudo de desejo.
ㅡ T@rado...
ㅡ Já faz quase três dias que não conseguimos um tempo pra gente.
ㅡ Não é verdade, estamos sempre juntos.
ㅡ Sozinhos, entre quatro paredes? Mas, se você quiser ir para a praia...
Eu afasto meu rosto dos seus s&ios e faço menção de me levantar. Ela agarra meu pescoço com as duas mãos e eu sorrio vitorioso.
ㅡ Você é tão arrogante...
ㅡ É o meu charme, little bunny...
Ela ri e me empurra contra os lençóis. Eu me deixo cair, ansiando pelo o que virá a seguir. Ela monta sobre mim e, enquanto eu acaricio seus s&ios, seus dedos ágeis abrem meu cinto e calça. Desço minhas mãos para suas coxas e, em um ímpeto de desejo, agarro as laterais de sua calcinha e a arrebento.
ㅡ Michael!
Ela salta de cima de mim e se afasta, arrumando seu vestido para se cobrir. Eu fico aturdido e sinto-me ridículo de repente. Trato de me erguer, subindo as calças do meio das pernas. Aproximo-me dela devagar.
ㅡ O que foi, Amber? Machuquei você?
ㅡ Não... Eu... ㅡ Ela morde o lábio inferior e desvia o olhar para o chão. ㅡ Eu me assustei... Só isso...
Sorrio e enrolo uma mecha de seu cabelo no meu dedo.
ㅡ Sabe, esse seu jeitinho de menina tímida me excita.
Ela me encara de olhos arregalados e eu a encurralo contra a parede com um sorriso tórrido nos lábios.
ㅡ Não sou sua presa, seu pervertido. Pode ir tirando o cavalinho da chuva.
Eu passo o indicador por seu queixo e o desço até seu decote. Ela prende a respiração.
ㅡ Meu "cavalinho" está louco para brincar com a sua "égua".
Ela revira os olhos e tenta me empurrar, porém não me movo.
ㅡ Você é terrível. Merece um castigo.
Ergo uma sobrancelha.
ㅡ Dependendo do castigo, eu posso até gostar…
ㅡ Mesmo que o castigo seja dormir sozinho?
ㅡ Desde que tenha uma sessão de s&xo selvagem antes, posso dormir até na areia da praia.
Sua boca se abre de surpresa e eu dou risada. Coloco minhas mãos, uma de cada lado de sua cintura e a aperto contra mim. Entretanto, ela pega as minhas mãos e as afasta.
ㅡ Então, pode ir andando para a praia!
Ela vira o rosto, porém não a tempo de evitar que eu perceba o sorriso depravado no canto de sua boca.
Se ela quiser brincar de bancar a difícil, vamos ver até onde ela aguenta.
ㅡ Tudo bem.
Tiro totalmente as mãos dela, erguendo-as para o alto e dou dois passos para trás. Ela me encara confusa um momento, antes de arrumar alguns fios atrás da orelha.
ㅡ O que você está tramando, Michael? Olha que eu saio por aquela porta e vou lá para fora curtir a queima de fogos.
ㅡ Você está muito rebelde hoje, little bunny. Merece uma punição.
ㅡ Não tenho medo das suas punições.
ㅡ Jura? ㅡ Eu me aproximo de forma predatória e brinco com uma mecha de seu cabelo. ㅡ Então, não há motivo para fugir.
ㅡ Eu? Fugir de você? Faça-me o favor.
Ela ri falsamente e cruza os braços. Eu deslizo minha mão por debaixo da sua saia e toco seu s&xo. Sinto seu corpo tremer e sua pele se arrepiar.
ㅡ Vou castigar você de um jeito que vai me implorar no final para que eu te coma.
ㅡ Vai sonhando, seu depravado!
Eu a viro de costas e a pressiono contra a parede. Abro meu zíper e esfrego meu p@u duro no meio de sua bund@. Meu sussurro é quase um rosnado.
ㅡ Grite meu nome, Amber…
ㅡ De jeito nenhum!
Sua voz falha no final. Dou pequenas mordidas na sua nuca, depois de afastar seus cabelos. Continuo esfregando meu corpo contra o dela, enquanto abaixo a parte de cima do seu vestido de novo. Brinco com seus s&ios, torcendo os m@milos entre meus dedos. Ela se contorce, apoiando as mãos na parede, tentando suprimir seus gemidos.
ㅡ Grite meu nome e me implore para sentir isso aqui dentro de você, little bunny...
Esfrego-me lascivamente entre suas pernas. Ela sacode a cabeça mordendo a boca. Seguro sua garganta com uma das mãos e com a outra a m@sturbo, enquanto percorro seu pescoço e ombro com beijos famintos. Sua respiração sai dos eixos e sua boca entreaberta tenta recuperar o fôlego. Também é uma tortura para mim, no entanto, quero deixá-la completamente louca de desejo. Percebo que ela está perto de g0zar, então tiro novamente minhas mãos dela.
ㅡ Você ainda quer ir lá fora ver os fogos?
É o que falo baixinho em sua nuca e caminho até a cama, onde me sento, e começo a retirar minhas botas. Ela se vira para mim com as mãos na cintura.
ㅡ Você é um s@cana, sabia?
Rio de sua indignação.
ㅡ Foi você quem começou com a provocação. Não deveria iniciar o que não consegue aguentar.
Ela bufa e se aproxima de mim, chutando seus sapatos para fora de seus pés. Ajoelha-se no meio das minhas pernas e sorri sarcasticamente.
O que vai aprontar, little bunny?
ㅡ Dois podem jogar esse jogo, Michael.
Ergo uma sobrancelha divertida. Ela agarra a cintura da minha calça aberta e a puxa para fora do meu corpo sem cerimônia. Depois, volta com sua boca engolindo meu memb®o avidamente. Eu me surpreendo e perco o controle um momento.
Boca quente e macia do cass&te!
Respiro fundo algumas vezes para me recuperar e agarro os cabelos de sua nuca. Sua boca me abandona repentinamente, deixando-me frustrado.
ㅡ Isso foi golpe baixo, little bunny…
ㅡ Você mereceu.
Eu vou arrancar esse sorriso vitorioso da sua boca.
Puxo seu vestido embolado na sua cintura por cima de seu corpo e o jogo longe. Agarro seu quadril e a coloco sobre o meu colo, para depois derrubá-la sobre a cama. Ela dá uma risadinha, entretanto se interrompe quando me coloco sobre ela.
ㅡ Você tem razão, dois podem jogar esse jogo, porém... ㅡ Abocanho um s&io e chupo o bïco, enquanto me posiciono no meio de suas pernas. ㅡ Nessa brincadeira, eu sou mestre...
Volto para sua boca, invadindo-a com minha língua. Prendo seus pulsos no topo de sua cabeça com minhas mãos e ameaço seus s&ios com meus lábios. Seu tronco se curva quando eu esfrego meu p@u na entrada do seu s&xo. Então, vem a parte mais difícil. Não penetrá-la. Apenas faço leves movimentos para dentro e para fora de seu corpo, sem passar da cabeça do meu memb®o. É torturante até para mim. Eu a desejo tanto que o meu saco dói.
ㅡ Meu nome...
Eu sussurro, meio que em transe, em seu ouvido. Sua voz é um fraco gemido.
ㅡ Sádico...
ㅡ Você ainda não viu nada, little bunny...
Soltos suas mãos e desço minha boca diretamente para seu umbigo, onde faço uma parada estratégica, medindo sua reação. Ela cobre a boca com as mãos, tentando conter um grito exasperado, quando eu começo a chupá-la. Sigo abaixo, lambendo-a lascivamente.
Como é gostosa!
Continuo minha provocação até deixá-la no limite. Então, paro e me jogo para o lado, ofegante, olhando para o teto um momento. Depois, lhe dou um olhar de canto de olho. Ela me encara como se quisesse me devorar, porém não cede.
Porr@, mulher!
Ela deve ter lido no meu rosto a minha indignação.
ㅡ Eu não vou implorar!
Logo, ela se levanta e vai para a janela observar a vista, com uma mão sobre o peito, recuperando a compostura. Eu suspiro e me levanto. Coloco uma mão no parapeito e observo a multidão na faixa de areia iluminada por tochas. Estamos no sétimo andar, não podemos ser vistos, no entanto, conseguimos admirar a beleza do festival. Volto meu olhar para ela, que me encara solenemente.
ㅡ Você é teimosa...
ㅡ Humph! Olha só quem fala...
Ficamos nos desafiando com um olhar afiado, sei lá por quanto tempo. Eu não sei quem cedeu primeiro, acho que nos rendemos juntos. O fato é que já estamos mergulhados na boca um do outro, como se só isso fosse capaz de nos permitir respirar.
ㅡ Diga que me deseja arduamente, little bunny...
ㅡ Você é impossível...
ㅡ Vou entender como um "sim".
Prendo-a contra a parede, agarro suas coxas e a ergo. Suas pernas envolvem meu quadril, seus dedos se misturam nos meus cabelos e cravam na minha nuca. Nós nos provocamos tanto que, quando a penetro por completo, deixamos vir à tona um turbilhão de gemidos embargados de prazer, que acompanham nosso ritmo. Mordo seu queixo e sua língua escorrega pelos meus lábios para dentro da minha boca. Eu a engulo, quero devorá-la completamente. Ela fecha os olhos perto de g0zar e eu colo minha testa na dela.
ㅡ Olhe para mim, little bunny...
Seus olhos se prendem aos meus e posso ver o brilho no fundo deles no meio de seu clímax.
ㅡ Michael...
É demais ouvir meu nome escapar de sua boca, enquanto ainda sinto os espasmos do seu corpo pelo prazer que acabei de lhe dar. Entrego-me totalmente. Meu coração parece que vai sair pela boca, de tão rápido que bate. Ainda ofegantes, eu a tiro da parede e a deito sobre a cama gentilmente, permanecendo sobre ela. Sinceramente, achei que minhas pernas fossem fraquejar e, considerando a minha fama, cair de joelhos seria ridículo, mesmo depois de um org@smo tão bom. Os fogos começam a estourar na praia e eu a encaro com um sorriso muito idïota.
Não posso perder essa oportunidade...
ㅡ Eu não disse que ia fazer você gritar meu nome?
Ela sorri e bate no meu peito.
ㅡ Você não tem jeito. Eu não gritei, só sussurrei meio alto...
Franzo a testa com sua audácia em dar uma desculpa tão esfarrapada.
ㅡ Isso existe, little bunny?
ㅡ Se eu estou dizendo é porque existe, oras! ㅡ Acabamos rindo juntos e sentir seus músculos apertando meu memb®o ainda dentro de seu corpo é um novo estímulo. Minha boca passeia pelo seu queixo e pescoço, enquanto, com uma mão, pressiono seu quadril contra o meu. ㅡ Você não precisa de uma pausa?
ㅡ Pareço estar precisando?
Ela sacode a cabeça, já febril de desejo, e mistura seus lábios aos meus. Continuo minhas investidas dentro de seu corpo e o barulho das pessoas e dos fogos lá fora se dissipa. Eu só escuto seus murmúrios de prazer, sinto sua boca deliciosa na minha, sua pele quente contra mim. Devo admitir que Katherine tinha razão quando chamou essa viagem de lua-de-mel, porque é realmente o que parece.