Christian: Me tranquei no escritório desde que Camille saiu daqui, eu não sabia exatamente que rumo tomar, não sabia o que acontecia a partir de agora, estávamos mesmo separados? eu deveria dar entrada nos papéis do divórcio? me contentaria em ver os meus filhos apenas nos fins de semana e nos feriados? Meus pensamentos foram interrompidos pelo barulho de alguém batendo na porta. -Quem quer que seja, avisa que eu não to.-Gritei. -Christian, sou eu, Catarina, é o meu pai, eu preciso da sua ajuda! Dei um salto da cadeira e abri a porta, encontrando Catarina aos prantos. -O que houve?-Perguntei assustado. -Ele não está respirando, estávamos dormindo e eu acordei e fui ver como ele estava, mas ele não respondeu. -Quanto tempo tem isso? -Uns 5 minutos! Peguei meu telefone, liguei para

