Restaram-me duas alternativas: ou ele era um homem decente, que não quis se aproveitar de mim naquele estado, ou simplesmente não me achou atraente. Deus! Que loucura. Sinto uma mistura de culpa e vazio. Culpa por desejar tanto alguém que m*l conheço, e vazio porque o cara era... perfeito. Lindo de um jeito quase perigoso. Era exatamente o tipo de homem pelo qual eu me entregaria sem hesitar. Minha mãe sempre dizia: “Filha, controle-se! Nada de passar dos beijinhos e amassos.” Mas sejamos sinceros: com ele? Isso seria um desafio colossal. Claro, como a boa garota certinha que sou, eu o conheceria antes, talvez por dez encontros inteiros, mantendo tudo no limite. Dez encontros. Pimba! O pensamento faz meu corpo esquentar. É como se pegasse fogo só de lembrar daquele estranho. A memóri

