Dia seguinte, casa dos Krishnan... Entro no hall e espero Okan fechar a porta. Com minha mão direita entrelaçada à dele, avanço até a sala. Meus olhos encontram Kayra primeiro, que me oferece um leve sorriso antes de se levantar. Seu gesto desperta a atenção do pai de Okan, que cochilava na poltrona reclinável. — Emily. — Ela solta o ar. Eu me desvencilho de Okan e vou até ela, emocionada. — Kayra. — Digo, sem saber ao certo o que falar; as palavras me fogem ao vê-la agora. — Bem-vinda à família. — Obrigada. Perdoe-me por tudo... — Shhh, não precisa dizer nada. Okan já explicou tudo, e o que ele mais faz é te defender. O importante é que meu irmão está feliz e que você goste dele. Um sentimento de paz envolve meu coração com o gesto dela. Sim, eu amava Okan sem saber por quê, mas a

