O Dono e a Rainha

1788 Words

Bravo O vapor do banho ainda pairava no ar, dançando suave sobre o quarto. Nanda saiu do banheiro envolta numa toalha branca, a pele ainda úmida e cheirando a flor de laranjeira. Bravo estava deitado na cama, de bermuda e sem camisa, observando cada movimento dela como quem admira uma obra de arte viva. O abajur deixava o quarto banhado por uma luz amarelada, quente e íntima. O som distante do morro, os risos que vinham da rua, tudo parecia se calar quando ela começou a passar o creme pelo corpo. Bravo arqueou uma sobrancelha, o olhar preguiçoso, mas carregado de desejo. — Tu sabe que tá me provocando, né, rainha? — a voz dele saiu rouca, grave. Nanda deu um meio sorriso, sem olhar diretamente pra ele. — Eu só tô cuidando do que é meu. — respondeu, espalhando o creme pelas pernas c

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