ANNA NARRANDO A mão de Mattia deslizava suavemente por meu rosto, e seu polegar acariciou meu lábio inferior. Deus, eu estou com tanta saudade dele... Mattia abaixou o rosto o suficiente para que sua testa encontrasse a minha. Nossos narizes se tocaram de leve, e eu podia sentir sua respiração colidir com meus lábios. — Eu sinto sua falta... — Sussurrei. Meus olhos estavam em seus lábios, e os olhos dele, nos meus. Não eram necessárias palavras, não mais. Ele encostou os lábios nos meus de forma doce, vagarosamente de início. — Não quero ninguém elogiando você dessa forma... — Ele sussurrou, contra meus lábios e em meio ao beijo. — Porque você é minha, Anna... E então, eu passei os dois braços ao redor do pescoço dele e o beijei de volta, com toda vontade e saudade que eu tinha. Ma

