ANNA NARRANDO Mattia está deitado por cima de mim. Não tenho uma roupa sequer em meu corpo, ele também não tem. Passamos a manhã inteira fazendo amor, sim, amor, porque é isso que sinto quando estou nos braços dele. Ele está encaixado no meio de minhas pernas e movimenta o quadril, entrando e saindo de mim, enquanto suas mãos acariciam minhas coxas. Vejo uma pequena corrente que ele usa balançando para frente e para trás, sempre reparo nela, eu gosto disso. Minhas mãos estão alojadas em sua nuca, e eu rebolo por baixo dele, com nossos lábios colados. Minha respiração, já completamente ofegante, revela que estou prestes a chegar ao ápice do prazer. — Isso, Mattia... Não para... — Peço, em meio aos meus gemidos. Ele não para, continua movimentando o quadril, vez ou outra o movimentando d

