Capítulo 19

1096 Words
Acordei sentindo um arranhar em minha canela, abri os olhos e vi Tônia deitada praticamente em cima de mim e ela ainda usava suas sandálias e seu salto era o causador da ardência em minha perna, não precisei de muito mais que isso para meu p*u acordar novamente. Tônia me completa tanto que acredito que nenhum espaço de tempo será o suficiente para nós, eu sempre vou querer mais dela em todos os aspectos. Chupei meu próprio indicador e comecei a estimular o bico de seu peito que estava para cima devido a sua posição na cama, fiz movimentos de vai e vem com o dedo e Tônia, ainda dormindo começou a suspirar. Bastou uma leve torcida em seu mamilo para ela acordar falando o meu nome. - Que bom que acordou, eu disse que tinha planos. - Que bom que ainda se lembra deles, Lery! Em um movimento brusco, me coloquei sobre ela e comecei a investir em movimentos de vai e vem, sem de fato penetra-lá. Sim ela já estava mais do que preparada para me receber e eu estava louco para me enfiar dentro dela, contudo se eu o fizesse não pensaria mais em nada. Dei um selinho em sua boca e me levantei para a sua surpresa, caminhei até o guarda-roupas onde estava a sacola com os brinquedos que comprei para nós, sei que é tudo diferente para ela mas eu quero saber se ela gosta. Tirei primeiro da sacola uma fita larga de cetim, que serviria para eu amarrar os seus braços e a deixar à disposição para meu prazer. Mas minha garota foi mais rápida, se levantou, tirou a fita da minha mão e me jogou na cama. - E se fosse eu a te amarrar? - Acho que gosto da sua ideia, na verdade com certeza ela foi muito melhor que a minha! - rendido a saber sua reação quando olhasse os outros itens da sacola e que tipo de postura ela tomaria, deixei ela me amarrar. Tônia parecia uma dominatrix, me olhando profundamente enquanto caminhava pelo quarto somente em sua sandália de salto alto, lentamente e com um incrível rebolado ela caminha até a sacola e começa a vasculhar. - Interessante…. - ela soltou depois de algum tempo analisando o conteúdo - Então vamos brincar! - disse enquanto tirava de dentro da sacola e consolo que eu havia comprado e começou a sacudi-lo no ar. - Ok! Agora eu estou com medo - e eu realmente estava pois não tinha a menor ideia do que se passava em sua cabeça, mas seu rosto estampava um sorriso tão diabólico que era impossível não me preocupar. Antes de voltar para perto de mim ela tirou um óleo que eu também estava na sacola e trouxe consigo os dois itens. Colocou o consolo do meu lado, na altura do meu quadril e caminhou até o seu corpo estar bem próximo a altura da minha cabeça. Abriu o óleo e esparramou uma quantia generosa em suas mãos, colocou sua perna direita em cima da cama e começou a se besuntar com o mesmo. A cada centímetro de pele que sua mão subia meu p*u pulsava e para ajudar ela respirava sôfrega e me olhava por entre os cílios. Essa mulher é mais poderosa do que imagina. Subiu na cama pelo lado onde se encontrava os meus pés e veio engatinhando em minha direção, a altura das minhas coxas ela abaixou os braços e com isso os b***s de seu seio vieram roçando o meu corpo até encontrar minha boca. Antônia com gosto de morango é o melhor sabor que existe. Depois de me deixar brincar com seus s***s ela se colocou de pé, se posicionou bem em cima da minha cabeça, uma perna de cada lado e começou a abaixar lentamente até ter aquela b****a deliciosa e molhada esfregando na minha cara e eu aproveitei para chupar. - Que t***o da p***a mulher! Ela somente sorriu ladino em resposta e começou a se esfregar na minha cara até que ela saiu e se sentou sobre minha barriga, esticou a perna esquerda e colocou o salto de sua sandália na linha do meu maxilar, me fazendo virar o rosto um pouco e depois abriu bem suas pernas. Eu nem percebi em qual momento ela alcançou o consolo, só percebi quando ela começou a se masturbar com ele. Uma cena para se gravar na memória: ela se contorcia toda em cima de mim em um ritmo alucinado, nunca havia visto Antônia com tanto t***o. Beliscava os m*****s, puxava o próprio cabelo, até que colocou dois dedos dentro de sua boca e começou a chupar. Não muito depois ela gozou em silêncio. Eu estava me sentindo em êxtase assim como ela e eu nem tinha gozado, na verdade se ela resolvesse me desamarrar e terminar por aí, mesmo sem ter participado de nada eu estaria mais do que satisfeito. Mas não, ela ainda não estava com o fogo apagado. Ela dramaticamente se desfez de seu amigo consolo e sorrindo se esticou e lambeu minha boca, e se sentou sobre o meu peito, agora de costas para mim, engatinhou até alcançar o meu p*u e com maestria começou a me chupar. Uma visão panorâmica de sua b****a molhada enquanto ela me chupava de quatro, eu não precisaria de muito mais que isso para ter um pequeno infarto. Sua mão subia e descia na base do meu p*u acompanhando o movimento da sua boca. Tônia não faz um boquete muito babado, o que me faz sentir a sensação de sua boca aveludada, a leve aspereza de sua língua. Ela viajava da base até a cabeça, onde rodeava a língua pelo diâmetro e depois a pressionava bem na ponta da cabeça o que estava me deixando maluco, o ápice foi quando ela colocou tudo o que conseguiu dentro da boca e voltou até a cabeça arrastando seus dentes de leve no meu p*u. - Tônia, eu vou gozar! E essa frase fez com que seu fogo voltasse e ela começou a me chupar ensandecida, fazia movimento de meia rosca com a mão enquanto me chupava com louvor, soltou a base do meu p*u e começou a dar atenção às minhas bolas, não aguentei e gozei. E não é que a danada engoliu tudo e ainda levantou limpando os lábios com os dedos com uma cara de tarada que já me deixou pronto para outra. - Você vai me matar mulher! - Isso foi demais Edu! - Me solta e eu mostro para você o que é ser demais.
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