Capítulo 3

1074 Words
Gabriela Park Houve uma investigação sobre o caso mas por falta de provas foi considerado um caso arquivado. Na época teve duas testemunhas porém sumiram misteriosamente. Era mãe e filha que passeavam por perto onde ocorreu o acidente. Sua filha havia tirado uma foto no local exato, aonde houve o acidente na foto mostrava o carro e a placa do mesmo e bem próximo do carro um pouco para o lado havia meu pai. Ou para ser mais exata o seu corpo já caído no chão. a bancada foi muito forte que ele morreu poucos minutos após o acidente. Como era pessoas poderosa e podres de Rica foi fácil para eles darem sumiço nas provas e testemunhas. O violão ficou próximo ao seu corpo, minha mãe no início quis jogar fora o instrumento mas na época consegui convencê-la a não fazer isso. Consertei o mesmo e o tenho até hoje, É como se eu tivesse um pedaço dele comigo sempre. Balanço minha cabeça para afastar essas dolorosas lembranças. Paramos no local indicado pelo o endereço que me foi passado, O motorista diz que chegamos ao local desejado. O pago e saio do táxi, o mesmo agradece pela a corrida. Olho para a boate a minha frente, a frente do lugar são nas cores preta e roxo mais um roxo puxado para um cor escuro, um lindo letreiro luminoso. As portas são em Vidro Fumê Que da um charme e um toque final. Há um segurança na porta. Vou em sua direção e digo que sou convidada de Francisco Xavier. O mesmo ver se o nome consta. após ele conferir concorda e me dando passagem para adentrar o local. A boate é bem linda, ela é pouco iluminada porém é seu charme, tem um balcão enorme com vários bancos e atrás do mesmo tem um três barman, na parede a um enorme armário de vidro repleto de bebidas de todos os tipos e gostos. Sento em um dos bancos e chamo o barman. _ boa noite, o que gostaria de beber? Uma cerveja? whisky? Diz o barman com sorriso nos lábios. _Um Mojito por favor. O mesmo concorda com a cabeça em concordância e vai preparar minha bebida. Volto a olhar em volta novamente, há algumas mesas e cadeiras espalhadas pelo local ao redor da pista de dança. O local é mais iluminado nos cantos e há uma luminária no centro da pista, várias luzes piscando coloridas ao redor da mesma. Muito boa a energia desse lugar. _Senhorita? Me viro de frente para a voz que me chama atrás do balcão e vejo o barman entregar a minha bebida. _Obrigada._ o mesmo assenti e volta para um cliente que o está chamando. Toma um gole do meu drink e volto minha atenção ao local, vejo vários casais na pista de dança dançando agarradinhos e parecem muito felizes, outros estão nas mesas conversando e sorrindo. É um pouco entediante ter que esperar. Terminou de beber o restante da minha bebida em um gole só. Peço ao barman um whisky forte com gelo, preciso levantar o meu astral, hoje é sexta-feira é a minha primeira saída após um ano de trabalho incansávelmente. Já estou há meia hora esperando Francisco, Espero que ele não venha me dar um bolo. Na mesma hora que penso sinto o meu celular vibrar, indicando que recebe uma mensagem. Pego o mesmo da bolsa e vejo que foi Francisco Xavier Que me mandou a ilustre mensagem. " Gabriela, mil desculpas. não poderei ir lhe encontrar hoje, Aconteceu um grande problema em minha família, tentarei resolver a tempo mas creio que não conseguirei. Aproveite a noite como um pedido de desculpas, tudo será pago por mim." Dou um gole bem grande no whisky e sinto o líquido queimar um pouco a minha garganta. Mandei mensagem dizendo para ele não se preocupar comigo, que estou bem apesar do bolo que levei dele e que ele consiga resolver o problema. Pronto, levei um bolo com sucesso! Agora o que tenho que fazer é aproveitar já que tudo será pago por ele. Respiro fundo e viro o resto do líquido em meu copo na boca. Coloco o copo no balcão e Começo a escutar uma música que gosto muito. Chamo o barman e peço para ele olhar minha bolsa, o mesmo confirma acenando a cabeça. Vou em direção á pista de dança. Música de Julia Michaels, Heaven. Tenho um amor tão grande por essa música. Danço sensualmente de acordo com as batidas da música. Chegar na parte que mais gosto. E não consigo me controlar e canto. 'Não preciso imaginar Porque eu sei que é verdade Eles dizem: Todos os garotos bons vão para o céu Mas os garotos maus trazem o céu até você É automático É apenas o que eles fazem Eles dizem: Todos os garotos bons vão para o céu Mas os garotos maus trazem o céu até você Você não percebe o poder que eles tem Até eles te deixarem e você querer eles de volta Nada no mundo te prepara para isso Eu não sou uma pecadora Ele não era o cara certo Não tinha ideia do que iríamos nos tornar Não há arrependimentos Eu só pensei que fosse ser divertido Não preciso imaginar Porque eu sei que é verdade Eles dizem: Todos os garotos bons vão para o céu Mas os garotos maus trazem o céu até você É automático É apenas o que eles fazem Eles dizem: Todos os garotos bons vão para o céu Mas os garotos maus trazem o céu até você Eu ainda me lembro do momento em que nos conhecemos O toque que ele plantou O jardim que ele deixou Eu acho que a chuva foi só metade daquele efeito' sinto uma sensação de queimação pelo meu corpo e noto que a um lindo homem a me olhar. não sou muito de ficar secando homens que não conheço mas esse é muito gostoso. Pela a pouca luz do local não dá para ver o seu rosto completo ou se eu já lhe encontrei antes. Ele está usando uma calça preta com uma blusa branca dobrado até os cotovelos com os botões da mesma aberto. noto um sorrisinho de lado no seus lábios, continua a dançar mas sedutoramente agora para ele. O chamo para a pista de dança com um gesto com a mão, o mesmo sorrir ainda mais, deixa o copo e vem em minha direção.
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