Júlia Entrei em casa indignada com o Léo. — Não acredito que ele te ligou. — Mary veio dormir na minha casa. — Foi. Aquele o****o. Ainda pra falar m*l de mim! Quando liguei a luz, a minha mãe estava na sala. Ela olhou para o relógio de pulso. — Na hora. — Iiii, vai controlar meu horário é? — tirei meu sapato ali na sala mesmo. — Eu preciso cuidar da minha pequena. — Eu não sou tão pequena assim, mãe. — passei direto para o quarto. — Cadê a grana? — Ficou no meu esconderijo. — E o nosso trato? — A senhora me diz quanto precisa e eu dou a grana. Entendeu? — pisquei o olho. — Quem você acha que é, dona Júlia? — ela cruzou os braços e a Mary me acompanhou. — Já não basta fazer tatuagem sem a minha permissão… — Pode me chamar de patroa, baronesa, madame, rainha. Eu sou tudo isso

