Júlia Porque eu vim, mesmo? Isso parece uma sessão de tortura! Socorrooooo! Eu acho que vou começar a beber, porque sóbria eu não aguento. — Então eu matei a mina por ela, cara! — ele contava quase chorando e bêbado. — Não fala isso alto, p***a. — tapei sua boca. — Você também é assassina. Me entende, né? — segurou a minha mão. — Cala a boca, cara! Isso não se fala num lugar cheio de gente, como um barzinho. — olhei ao nosso redor e tinha várias pessoas. A música estava alta, mas mesmo assim, alguém podia ouvir. — Você acha que ela volta pra mim? Puxei minha mão das suas e virei um copo de uísque todo de uma vez só. p**a merda. Deu uma queimada legal. — Eu prefiro nem comentar. — respondi a ele enquanto a careta do meu ato de gula tomava conta do meu rost

