— Bom dia, meu amor — ouço uma voz rouca em meus ouvidos. — Bom dia — respondo ainda sonolenta, abro os olhos lentamente e sinto o sol arder em meus olhos. — Quem horas são? — Agora são 08:30h Eu pulo da cama, olho de um lado para o outro, Matthew não está no berço, enquanto olho pelo quarto entendo o porquê da ardência nos olhos, as persianas estão abertas. — Onde Matthew... — No tapete pedagógico da sala. — Eu preciso dar mama para ele, já passou da hora. — Eu já dei, meu amor. — Não me diz que deu leite de caixinha para ele? — É claro que não, meu amor. Não sou tão inexperiente assim. — ele sorri em exibição — Vi que tinha do seu leite congelado, do que você deixou para Sandy ontem. Pesquisei qual era o jeito certo de descongelar e dei para ele quando acordou. Acaricio sua mã

