Hyle Pouco antes das cinco, Julienne veio até minha mesa com um envelope pequeno na mão. — Me pediram pra te dar uma graninha pra você usar o manobrista no jantar — disse ela, com um sorriso divertido. Eu a encarei como se ela tivesse acabado de falar grego. Não que em Missouri não tivéssemos restaurantes com manobrista... mas eu nunca tinha ido a um. Como isso funcionava, exatamente? — Ah... tá bom. Ela riu, adivinhando meus pensamentos. — Eu sei o que você tá pensando: “Será que eles vão mesmo manobrar meu carro velho?” Acredite, vão. Já manobraram o meu várias vezes. Eu gosto de fingir que sou tão importante quanto o serviço de manobrista me faz parecer. Ri com ela. — Essa é uma boa forma de ver a situação. É difícil quando eles seguram o riso na hora de pegar o carro? — Eles n

