28|Malcriada|

1825 Words

Khalil Mustafá Furak — Ahh senhor, p-por favor pare! Puxo os cabelos da empregada pronto para socar seu rosto, como ousam chamar a minha mulher de ladrona?! — Anna nunca roubaria nada, eu vou matar você é a vagabunda que cogitou isso! A ama em lágrimas tenta segurar minhas mãos, aperto seu pescoço e meus anéis machucava mais que minha mão pesada, ela fala a última coisa que eu deixo: — Mandaram a Ama dela vasculhar o quarto, mas eu e outras empregadas, estávamos certas que Anna nunca roubaria nada. Ela não precisa, é casada com o senhor, mas encontramos a joia nas coisas dela! Apago a criada na mesma hora, usando toda força do meu ódio!  Sala de chá: — Foi meu filho que me deu, graças à Deus que encontraram! É muito importante a única recordação dele, uma faxineirinha que se d

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