Onyx e atticus passaram mais de uma semana entrando em consenso sobre o que iriam fazer, já que não poderiam simplesmente invadir um covil de vampiros e exigir falar com o líder deles, e além disso, o esconderijo dos sanguessugas ficava na extremidade oposta do deserto, saindo do Texas e ultrapassando o Novo México. E como se já não fossem dificuldades o suficiente, havia a chance de terem se mudado para outro lugar, como atticus explicou sempre acontecer.
— Aqui. — Onyx disse para a irmã no dia em que ele e o vampiro marcaram para seguir viagem, enquanto colocava a chave da velha caminhonete nas mãos dela. Ele havia explicado para Adeline o que iria fazer, mas para os avós, inventou uma desculpa de que queria fazer uma viagem e ficar longe por uns dias para tentar fazer Jocelyn melhorar. — Quero que você fique com o celular vinte e quatro horas por dia, e caso eu mande qualquer coisa, QUALQUER COISA, quero que você entre naquele carro e fuja, okay?
— Nyx, eu... — Adeline começou, mas o rapaz a agarrou pelos ombros e lhe deu um abraço apertado e rápido. Ela tinha um curioso cheiro de canela, baunilha e outra dezena de coisas doces.
— Prometa, por favor? — Onyx a interrompeu, afastando levemente o rosto para encarar os olhos verdes da irmã, que estavam levemente arregalados.
— Eu prometo. — Confirmou, então Onyx assentiu levemente com a cabeça e pegou a sua velha mochila de lona que estava no chão, antes de começar a andar em direção a porta da cozinha para dar a volta no casarão de madeira, pois sua mãe estava sentada na primeira sala e ele não queria passar por ela.
Onyx estava vestindo uma das suas habituais roupas velhas e desbotadas pelo calor do deserto. não carregando mais do que duas outras mudas de roupa na mochila. Enquanto dava a volta na casa, ele lançou um olhar demorado para o pomar no fim da propriedade, antes de lançar outro para a sua velha caminhonete, que estava com pneus novos — E foi rebocada por um vampiro gostosão até um posto de gasolina no dia em que apagou no meio do deserto. Atticus empurrou o carro como se não pesasse mais do que cinco quilos.
Onyx cruzou aquela pequena estrada que levava até o portão de madeira em não mais do que dois minutos, usando uma das mãos para proteger os olhos dos fortes raios de sol, que iria se pôr em menos de quarenta minutos. Atticus estava o esperando do outro lado do portão, sem asas, encostado em um carro esportivo prateado que deveria ter custado uma fortuna. O rapaz passou pelo portão e caminhou até o vampiro, sem conseguir evitar olha-lo de cima à baixo, admirando o quão lindo ele era.
— Hey, Baby. — Atticus disse, agarrando o ruivo pela cintura assim que ele estava próximo o suficiente. Onyx soltou um pequeno grunhido e enterrou o rosto naquele largo e cheiroso peitoral, inspirando profundamente o cheiro que emanava dele. O vampiro estava vestindo uma calça preta e uma camisa branca, com os primeiros botões abertos. Nos últimos dias os dois passaram todas as noites juntos, fodendo durante toda a madrugada.
— Vamos? — O vampiro disse, dando a volta no carro para abrir a porta para Onyx, mas não sem antes roubar um longo e profundo beijo molhado, fazendo o rapaz suspirar baixinho, antes de grunhir e entrar no carro. Atticus havia explicado que ir voando era bem arriscado porquê passariam por grandes cidades e poderiam ser vidros durante o dia, e seguir viagem apenas durante a noite era bastante demorado.
Atticus entrou no carro poucos segundos depois, antes de começar a dirigir pela estrada de terra à uns 100 quilômetros por hora, mas como todas as estradas eram bem retilíneas e não havia trânsito, Onyx sequer se preocupou aquilo, até porquê ele também não era um bom exemplo quando o assunto era respeitar regras de trânsito. O ruivo lançou um longo olhar para o vampiro, que era tão grande que m*l cabia no banco do motorista. O deserto ainda estava bastante quente, mas o carro tinha ar-condicionado, então Onyx foi um pouco mais para mais perto do vampiro, aproveitando o seu calor corporal.
— Tenho uma coisa pra você, Nyx. Olha dentro do porta-luvas. — Atticus disse assim que chegarem até a interestadual, aumentando a velocidade e lançando longos olhares para o rapaz. Onyx abriu aquele pequeno compartimento na parte da frente do carro e encontrou uma caixinha retangular preta, aveludada e pesada, que deveria ter mais ou menos uns vinte centímetros de comprimento. Ao retirar a tampa estreita e comprida, Onyx deu de cara com um lindo punhal, quase do tamanho da caixa e que era absurdamente fino. Ele estava ajeitado dentro de um pequeno declive na caixa, feito especificamente para lhe caber. O cabo do punhal era de um metal bonito, enquanto a lâmina era de um material meio avermelhado com pequenas manchas escuras.
— Ônix.— Atticus explicou, dando de ombros com um pequeno sorriso no rosto. — Não é um Onix extremamente raro ou algo do tipo, mas tá extremamente afiado e cortaria carne e osso como se fosse papel, até mesmo de um vampiro.
— O-obrigado. Eu adorei. — Onyx gaguejou, dando um beijinho rápido no ombro de atticus, ainda completamente maravilhado com o presente e com o sentimento que Atticus despertava no seu coração.
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Já passavam das 11:30 da noite quando chegaram a uma cidade, que apesar de ser um pouco maior em que a cidadezinha onde Onyx morava, também não era grande coisa. Atticus estacionou ao lado de uma boate que ficava quase do outro lado da cidade.
— Hey, tá tudo bem? — Onyx perguntou, saindo do carro e agarrando gentilmente a mão de atticus, que estava apoiado no carro e respirando com inspirações e expirações curtas, como se tivesse acabado de correr vinte quilômetros. O ruivo também percebeu que sua pele marrom estava levemente acinzentada, principalmente nas pontas dos dedos e nas bochechas.
— Eu tô bem. Só... Faz algum tempo desde que eu comi de verdade.
— Mas a gente comeu no restauran... — Onyx começou, mas parou assim que percebeu o quão e******o o que ele estava falando era. Os dois tinham parado em uma lanchonete pouco tempo atrás, mas apesar de ter comido um hambúrguer, aquilo não iria fazer qualquer diferença para Atticus. Onyx se xingou baixinho, surpreso com o quão burro ele era. Os dois tinham passando tanto tempo se beijando, conversando e fodendo nos últimos tempos que ele sequer lembrou que atticus precisava de uma boa quantidade de sangue ocasionalmente. Além disso, sempre que o ruivo oferecia comida humana, o vampiro aceitava de bom grado, como se estivesse com vergonha de negar.
— Tudo bem, baby. Vou dar um jeito nisso. — Atticus disse, abrindo um pequeno sorriso para o rapaz, antes de respirar fundo e começar a andar em direção a boate que ficava do outro lado da estrada. Onyx soltou um grunhido e abriu a porta do carro para pegar uma camisa menos velha dentro da sua mochila. Ele a vestiu rapidamente e fechou a porta do carro, para então começar a correr em direção a boate, seguindo o seu vampiro s****o.
O lugar era enorme e estava completamente lotado. A maioria das pessoas tinham entre vinte e trinta anos, e apesar de ter centenas de pessoas ali, não foi difícil encontrar atticus, pois ele se destacava no meio da multidão. O cara era enorme assustadoramente e lindo, até mesmo quando estava um pouquinho anêmico e faminto. Onyx analisou o interior da boate por alguns segundos, encontrando-o com as costas apoiadas numa parede, com os braços cruzados e um pequeno sorriso no rosto. Ele estava conversando com uma loira peituda que parecia pronta para esfregar a b****a na perna dele.
Onyx soltou um rosnado furioso, sentindo um sentimento amargo tomar conta dele enquanto marchava até lá, fuzilando o vampiro com o olhar. Sem dizer uma palavra, ele agarrou o braço do vampiro e começou a puxa-lo para fora da boate, empurrando quem quer estivesse na frente.
— O que foi, baby? — Atticus perguntou, deixando-se ser conduzido para fora do lugar, e mesmo sem olhar para trás, ele sabia que o vampiro estava com um pequeno sorriso no rosto.
— Vou m***r você. — Rosnou, sentindo os cantos da sua visão ficarem embaçados de tanto ódio. Ele sabia que atticus geralmente se alimentava seduzindo alguns humanos e bebendo um pouco do seu sangue, deixando-os ir embora sem sequer perceberem que haviam sido mordidos, mas imaginar a boca do seu vampiro naquela garota fez Onyx ficar zonzo de raiva.
— Você ficou com ciúme, baby?
— Fiquei. — O ruivo rosnou quando chegaram até o carro, que estava num escurinho do outro lado da estrada, e como as janelas eram escuras, era impossível vê-los.
— Mas eu preciso beber sangue, Nyx. — Atticus grunhiu enquanto era empurrado para dentro do carro pela porta do passageiro. Onyx entrou no carro também e fechou a porta, subindo em cima do colo do vampiro s****o logo em seguida, dando um soco forte no peitoral musculoso dele.
Onyx agarrou a barra da sua própria camisa e a tirou com um movimento rápido, colocando-a no banco ao seu lado. Ele sentiu as mãos grandes de Atticus agarrarem a sua cintura enquanto ele próprio enterrava os dedos no cabelo crespo do vampiro.
— Eu quero que beba o meu sangue. Só o meu. — O ruivo rosnou, inclinando levemente a cabeça para trás e expondo seu pescoço pálido e cheio de sardas, puxando o cabelo do vampiro com mais força ainda. Atticus soltou um som animalesco e tensionou o maxilar, dando um beijo profundo e molhado na boca delicada do ruivo, que gemeu e sentiu aquele p*u gostoso crescer contra a sua b***a.
— Tem certeza, Baby? — O vampiro ronronou, então o ruivo confirmou com a cabeça, tremendo de tanta excitação. Atticus soltou um grunhido de satisfação e enterrou o rosto no pescoço pálido do rapaz, ainda acariciando sua cintura fina com as duas mãos.
— A-AH... — Onyx soltou um gritinho quando sentiu aquelas quatro presas afiadas serem cravadas na sua pele sensível, enviando uma pontada de dor e prazer por todo o seu corpo. Atticus estava faminto, mas mesmo assim estava tentando se controlar, mesmo que o ruivo não quisesse isso.
— P-por favor, Atticus. Quero que você beba o q-quanto quiser... — Ele implorou, sentindo uma onda de prazer gigantesca assolar o seu corpo enquanto rebolava no colo do vampiro, buscando um pouco de fricção entre o seu cuzinho carente e aquele p*u enorme. Onyx acariciou o cabelo crespo e macio do vampiro, sentindo ele começar a c****r seu sangue, passando a língua pelo seu pescoço e lambendo aqueles pequenos cortes presentes alí.
Ele deixou o vampiro lindo beber o quanto quisesse dele, sentindo-o praticamente devorar o seu pescoço, enquanto as mãos grandes dele trabalhavam para arrancar suas roupas por completo. Onyx gemeu de prazer quando voltou a sentar no colo do vampiro, agora sem nada entre os seus corpos. O mastro gostoso de atticus estava completamente lambuzado de pré-g**o, então Onyx agarrou a sua grossa extensão com a mão livre e encaixou na sua entrada, já começando a descer por ela e fazê-la violar seu cuzinho logo em seguida.
— S-seu sangue é o melhor que já provei, Nyx. E sua b***a também. — Atticus gemeu, completamente entorpecido com o prazer e com o sangue do rapaz. Onyx encarou o rosto lindo do vampiro, percebendo que suas presas longas estavam sujas de sangue e seus olhos meio desfocados. O ruivo deu um beijo rápido nos lábios carnudos do vampiro, sentindo o gosto metálico do seu próprio sangue neles, antes de agarrar o rosto de atticus com as duas mãos e levar os lábios dele até o seu pescoço novamente, fazendo-o começar a devora-lo e c****r o seu sangue novamente.
Onyx começou a rebolar com vigor no colo do vampiro, sentindo aquele p*u gostoso f***r o seu cuzinho dolorido com vontade. Ele ainda não conseguia acreditar que realmente conseguia encarar aquele negócio gigante e ainda implorar por mais, mas parte da sua coragem se dava por saber que seu sangue meio imortal ia ajudar seu cuzinho voltar ao normal rapidamente, deixando de lado o fato de que foi praticamente arrombado poucos segundos antes para trás.
— V-você só vai beber o meu sangue a partir de agora, entendeu? — Onyx grunhiu, completamente entorpecido de prazer enquanto rebolava no colo do grandalhão gostoso, que agarrou duas nádegas e às abriu levemente, ajudando seu mastro entrar até o final enquanto o ruivo subia e descia pela sua extensão.
— S-sim... — Atticus gemeu, tão maravilhado com aquilo tudo quanto Onyx, saciando tanto a sua sede por sangue quanto o desejo de ter aquele ruivinho para si.