Christopher Meu plano de me aproximar do monsenhor estava dando certo. Eu só precisei concordar com cada atrocidade que ele achava correto para um padre e claro, acompanha-lo sempre que ele queria beber. E cá entre nós, o homem era um alcoólatra funcional e orgulhava-se disso. Estava sendo difícil para mim acompanhar aquele ritmo, mas eu tinha que tentar e aos poucos, tomei gosto por beber muito também. Fazendo um ótimo papel como uma droga super viciante, o álcool fez de mim seu escravo e eu não conseguia sair de meus aposentos sem esconder um cantil de conhaque dentro do meu terno. E qualquer situação cotidiana me era motivo para tomar um gole que fosse. As balas de menta também se tornaram minhas companheiras, combatendo qualquer odor que pudesse ser sentido pelos demais. E como s

