Jerusalém, Israel, 21/04/2000 O som das armas, engatilhadas ou desembainhadas, soou. Os pequenos formaram um extenso véu que nos envolveu, mas era possível ver perfeitamente através deles. Haviam alguns homens e mulheres no cômodo. O homem, Nicholas Ox, era um dos que apontava a arma. — Sou Noah Mubarak. Meus documentos dizem que sou filho de Nádia Mubarak e Nicholas Ox — falei. — Por favor, não creio ser justo apontar a arma na direção do seu dito filho. Todos se viraram para Nicholas. — Onde está Nádia!? — Ele perguntou. — Depende… podemos conversar!? — Estou armado, é melhor responder! — ameaçou, atirando próximo ao meu pé. Não consegui não rir. — Comporte-se… eu também estou armado! — Ameacei, estendendo alguns muitos tentáculos do véu. — A diferença é que minha munição não

