Ísis aguardava na embarcação quando chegamos. Indra, solene, estava pesadamente armada às suas costas. — Estamos bem? — Ísis perguntou, olhando para Mahara. — Ela só está emocionada. — Cam riu. Mahara assentiu, cumprimentou todos nós e seguiu à embarcação a passos largos. — Que as trevas, abaixo do mar, propiciem segurança! — Sorri, cumprimentando as três. — Boa viagem, minhas irmãs. Elas assentiram, prestaram continência e entraram. Volvi para retornar, incapaz de esconder o sorriso. — Sua irmã é maculável? — perguntei para Vitor. — Por ti, sempre. — Ele riu. — Precisa focar em outra coisa para conseguir descansar. — Devo descansar realmente? — Parte de estar vivo, Sade. — Ele ironizou. — Darei sangue. — Cam disse. — Se pensar em não dormir, cavo o sangue para fora de seu estô

