VIII. Cante por Todos os Sonhos que Abandonou

1983 Words

Yazd, Irã, 12/02/2000 Chegando no salão principal do templo, Dário estava em seu assento. Tomava de um cálice, o vinho era cheiroso. Ele era um homem idoso, magro de pele clara, pálida dado o pouco contato com o sol; tinha longos cabelos crespos, bem grisalhos. Ele se levantou para me cumprimentar, formal. — Sade. Cam. Moças. — Ele sorriu. — Rapazes. — Boa noite, Dário! — Retribuí. — Estes são Wiz e Rodrigo. Dakin, traidores do Harih. Precisam de instrução e proteção. — Bem-vindos, os encaminharemos para instrução. — Dário sorriu, receptivo. — É uma grande felicidade vê-lo estável, Sade! — exclamou ele, aproximando-se. — Como foi a viagem? — Agradável. Os pequenos estão intensos, basta passar por uma mínima sombra para eu arrepiar. Ser abraçado por eles para vir é muito mais do que

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