Ormara, Paquistão, 13/03/2000 O local era pouco iluminado, o que colaborava conosco. Mantive o contato com Lia através dos pequenos para conseguirmos agir o mais coordenadamente possível. Avançamos na direção da construção, aproveitando-nos de uma pequena janela nas rondas. Cobri os rifles com os pequenos para não sermos traídos pelos silenciadores. Chegando na primeira doca eram cinco homens. Deixei o contato com Lia. Eram cinco, a arma era semiautomática possibilitava agilidade, mas, no melhor cenário, faltaria um — isto é, se eu não me tornasse um inútil após o primeiro. Destravei e mirei a cabeça do primeiro; o segundo não estava tão distante, então foi rápido disparar novamente. O doce sabor de suas vidas me tocou, dando-me um sorriso. Lia usou da mesma agilidade, mas avançou

