XLIII. Vemos Dor e Sofrimento

2189 Words

Yazd, Irã, 26/04/2000 — Sade, tudo já está devidamente organizado para enviá-lo à Meca. — Iran reportou, imediatamente quando acordei. — Será necessário destacarmos quantos dos nossos? — Por compreender tua necessidade, o levarei junto a Vitor. — Falei, sentando. — Existe possibilidade de Rose acompanhar seu noivo… apesar de uma extensão de minha vontade, ela não estará presente para representar meus interesses. — Sei haver vestes adequadas no lar Husayni, porém, deixei seu banho preparado e vestes o aguardam. — Agradeço, Iran. Sempre doce… — elogiei, sorrindo. — Deseja ajuda com o banho, Sade? — ofereceu, servil. — Não. — Vitor respondeu. — Banho só. Arfei, olhando Vitor sentando-se. — Não posso? — perguntei, mordiscando o lábio. — Não… deveria — disse, sorrindo. — Não o proíbo,

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