O Mayhem levanta os olhos da geladeira aberta. — Eu vou — Ele encontra o olhar da Jade e para no meio da frase. — Não — a Jade diz, seca. — Eu cuido dela. Outro silêncio se estende entre eles. — Tá. — O Mayhem sorri para mim, mas está claramente forçado. — Se precisar de alguma coisa, Zarabug, é só gritar. — Eu vou. A porta do quarto de hóspedes já está aberta e eu paro na entrada, absorvendo a visão mais reconfortante de todas: Lençóis frescos. Cobertores extras dobrados direitinho no pé da cama. Um carregador já plugado na parede. As cortinas meio fechadas para suavizar a luz da tarde. Na mesa de cabeceira tem um cesto de vime com um caderno, hidratante labial, creme para as mãos, lenços, um termômetro, comprimidos contra náusea, meias fofas e balas de hortelã. A Jade observa me

