— Eu não quero. Eu passei três dias sentada. — Justo. — Ele se serve um copo de água, depois se apoia no balcão. — A gente achou outra empresa de fachada. Eu me endireito na hora. — E? — Ela conecta três dos contratos de armazém. — Drogas? — A gente acha que sim. Minha mente já está disparando. — E os manifestos de embarque? Os olhos dele se estreitam. — Estão sumidos. — Conveniente. — Muito. Eu caminho devagar pela cozinha. — Então alguém está limpando a casa. — Não rápido o bastante. — E os registros fotográficos? — A gente está esperando. Eu aceno automaticamente, já organizando mentalmente as informações em coluninhas organizadas do jeito que sempre faço. p***a. Eu sentia falta disso. Sentia falta de usar o cérebro pra alguma coisa além de ficar me perguntando

