— Não, Zara — ele rosna. Eu encontro o olhar dele. — Não o quê? — Não fala de coisas que você não entende, p***a. — Agora você não, Knox. — Não o quê? — ele ecoa. — Não me manda o que p***a fazer. É aí que a mão enorme dele atira pra fora e se fecha em volta do meu braço com força o bastante para doer. — Escuta aqui, sua v***a estúpida. Eu me puxo para trás. — Me solta! Em vez disso, ele me empurra contra a parede de tijolos ao lado da entrada, o impacto tirando o ar dos meus pulmões enquanto a dor rasga quente e afiada pelo meu lado que ainda está cicatrizando. Por um segundo, eu não consigo respirar, não consigo pensar, não consigo me mexer. O Knox se inclina, o aperto machucando minha carne, o rosto perto o bastante para eu ver o quanto pouco de autocontrole ele ainda tem.

