A minha cabeça cai pra trás, fraca, no ombro dele, num abandono completo e total. — Eu quero as suas mãos em mim. Em mim toda. Dentro de mim. Por favor. Um longo silêncio se segue, depois a mão dele finalmente se mexe de verdade. Não áspera ou frenética, só deliberada e focada. Um ofego escapa de mim quando o prazer se desenrola pelo meu corpo, lento e devastador. A água lambe a beira da banheira enquanto eu me arqueio sem forças, cada nervo de repente acordado. Os dedos dele dançam no meu c******s, nos meus lábios abertos, antes de deslizarem devagar para o meu canal melado, só um pouco, depois um pouco mais, depois um pouco mais fundo, depois se retiram para circular o meu botão duro de novo. Eu tremo com violência nos braços dele enquanto ele me toca com uma paciência insuportáve

