Zara Eu m*l lembro de ter saído do clube. Saio flutuando numa onda de bem-aventurança pós-o*****o duplo, refletindo que finalmente entendo todo aquele alvoroço. Meu corpo está tão relaxado que quase não tem ossos, e o mundo parece abafado e amolecido, como se tivesse sido envolvido em algodão. A viagem de volta para a cidade passa rápido, e quando ele estaciona a moto na garagem subterrânea de uma torre de vidro reluzente, eu estou meio adormecida contra as costas dele. Caminhamos até o elevador, e eu vejo o Locke ignorar todos os botões numerados e, em vez disso, tirar uma chave do bolso. — O elevador precisa de chave para funcionar? — eu pergunto. — Não, normalmente não — ele responde. — Eu sou o único no prédio que tem uma chave, além da segurança. — Por quê? — Porque

