Locke Eu acordo com a luz suave da manhã derramada sobre os lençóis e o peso quente da Zara se mexendo contra mim. Olho para baixo, para o corpinho curvilíneo dela ainda marcado com hematomas leves que apertam meu peito, mesmo enquanto meu p*u endurece contra a coxa dela. Ela já está bem acordada, eu vejo agora, os olhos escuros com aquela mesma faísca faminta da noite passada, a que eu estou ficando viciado. Antes que eu consiga falar, ela desliza pelo meu peito com um sorrisinho perverso, os dedos se fechando em volta do meu p*u. — Devagar — eu murmuro, a voz rouca de sono, mas ela só balança a cabeça e lambe uma faixa lenta pela parte de baixo do meu p*u, a língua quente e deliberada enquanto toma a cabeça na boca. A visão dos lábios dela se esticando em volta de mim tira o ar

