Locke e eu giramos juntos. Meu pai está encostado casualmente no batente da porta, caneca de café em uma das mãos, estudando o furacão que criamos no escritório dele com a expressão de um homem que está se esforçando muito para não sorrir. — ...ou vocês encontraram alguma coisa que eu realmente não vou gostar. Por um segundo, nenhum de nós diz nada, então Locke olha para mim. Um convite silencioso: Sua descoberta, baby. Você explica. Eu respiro lentamente. — Pai... Ele se endireita imediatamente. — O que foi, querida? Eu caminho até o quadro branco, pegando o marcador que Locke abandonou alguns minutos atrás. — Estávamos olhando para as empresas de fachada do jeito errado. As sobrancelhas de Cobra se franzem. — Como assim? — Porque elas não são a operação. — Eu traço uma linha

