A área de assentos no fundo do bar está quase vazia. Um casal de caras está jogando sinuca no outro lado da sala, o estalo ocasional das bolas se misturando ao zumbido baixo das conversas. Ninguém presta atenção em nós. Por um longo momento, nenhum de nós diz nada, então Locke olha para mim. — Sinto muito. Sem hesitação, sem desculpas. Só as palavras. Eu o estudo por um momento. — Eu sei que você está. Ele pisca. — Você sabe? — Eu sabia que você estaria. Ele solta um suspiro quieto, quase uma risada, depois junta as mãos sobre a mesa. — Eu lidei com tudo da pior forma — ele me diz. — Você realmente lidou. — Eu achei que estava ajudando, mas não estava. — Não. — Eu deveria ter escutado. Deveria ter perguntado o que você queria. Eu giro a garrafa de Coca devagar entre as mãos,

