Quando o clímax diminui, eu sussurro sem fôlego: — Desculpa… eu não quis. Eu deveria ter esperado, ou pedido. A minha voz treme com os restos do prazer, as bochechas queimando mais quentes sob o olhar dele. Ele afasta o cabelo das minhas bochechas coradas, o toque agora terno, e se inclina para me beijar fundo, os lábios dele tomando os meus com uma intensidade lenta que faz o meu coração doer. — Está tudo bem — ele murmura contra a minha boca, a respiração quente e firme. — Eu amei, te assistindo perder o controle daquele jeito. — Um sorriso leve curva os lábios dele enquanto acrescenta: — Mas agora é a minha vez. Ele desloca os quadris sem aviso, cravando o p*u em mim num único empurrão fundo e forçado que o enterra até o fim. Eu grito alto, o estiramento e o preenchimento súbitos a

