A náusea sobe enquanto a bolsa esvazia devagar. Não é dramático, embora, de certo modo, isso quase seria mais fácil. É um aperto gradual debaixo das minhas costelas. Um revirar lento pelo estômago. Calor se juntando debaixo da pele enquanto minhas mãos continuam frias. Eu fecho os olhos. Locke se aproxima. — Respira. — Estou respirando. — Quase. — Estou tentando muito não vomitar nas suas botas. — Elas já sobreviveram a coisas piores, baby. Acredita. — Eu não quero saber. — Você realmente não quer. Isso me faz rir, e o riso revira meu estômago. Eu engulo em seco. Locke está de pé imediatamente, uma mão chamando a atenção da enfermeira sem sair do meu lado. Depois disso, as coisas embaçam. Uma tigela pequena colocada ao alcance. Medicamento entrando pela via. A enfermeira fazendo

