Mauá estava sentada no banco de trás de um táxi velho e surrado que avançava em silêncio pela estrada de terra sinuosa em direção à fazenda Cherokee Lua n***a. A paisagem familiar desfilava pela janela, e seus olhos, cheios de saudade, percorriam cada detalhe como se fossem pedaços de sua própria memória. O verde das árvores, os campos vastos e o cheiro da terra molhada traziam de volta lembranças da infância, de tempos mais simples e felizes. Era como se o próprio espírito da terra a abraçasse enquanto ela se aproximava de casa. Já fazia muitos anos desde que Maua havia deixado a fazenda. Após a morte de seu pai, um líder respeitado entre o povo Cherokee, ela sentiu um chamado interno que a levou a viajar. Precisava se reconectar, não só com suas raízes, mas com o espírito da natureza e

