Era uma noite escura e chuvosa. Joana estava sozinha em casa, sentada no sofá, lendo um livro de suspense. De repente, ouviu um barulho vindo do andar de cima. Seu coração acelerou e ela ficou paralisada de medo. Com coragem, decidiu investigar o que estava acontecendo.
Subiu as escadas devagar, tentando não fazer barulho. Ao chegar no corredor, viu a porta do quarto entreaberta. Com cuidado, empurrou-a e entrou. O quarto estava escuro, apenas a luz fraca da lua entrava pela janela.
Joana sentiu um arrepio na espinha e percebeu que não estava sozinha. Alguém estava ali, escondido nas sombras. Seu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Ela tentou acender a luz, mas o interruptor não funcionava.
Decidida a descobrir quem estava ali, Joana pegou uma lanterna e iluminou o quarto. Foi então que viu uma figura sinistra no canto, olhando fixamente para ela. Era um homem alto, com um sorriso macabro no rosto.
O homem começou a se aproximar lentamente, enquanto Joana recuava, sem saber o que fazer. Ela sentiu um frio na espinha e percebeu que estava encurralada. Foi quando, de repente, ouviu sirenes de polícia se aproximando.
A figura sinistra se assustou e fugiu pela janela, desaparecendo na escuridão da noite. Joana, aliviada, correu para a janela