Theo acorda lentamente, os olhos pesados e confusos. Ele está deitado em uma cama de hospital, a luz suave entrando pela janela, mas o que mais chama sua atenção é a sensação de desorientação. Onde ele está? O que aconteceu? Ele tenta se lembrar, mas tudo parece embaçado, como se estivesse emergindo de um pesadelo. Quando vira a cabeça, vê uma mulher ao seu lado. Seus cabelos loiros caem suavemente sobre os ombros, e ela está segurando sua mão com ternura. Theo a observa por um momento, tentando identificar quem ela é, mas nada vem à mente. Ele sente como se algo estivesse faltando, como se o tempo tivesse se distorcido. A mulher começa a se mover lentamente, abrindo os olhos e sorrindo para ele. — Olá, querido, que bom que você acordou — ela diz, com uma voz suave, quase reconfortante.

