Week 8 Tips on becoming a contracted writer / Comboio

987 Words
Alexander abre seus olhos ao ser sacudido pelas mãos de sua prima que está tantando acorda-lo para ajudar no comboio. O grupo não podia deixar os Garras Negras ganharem vantagem na busca pelo tesouro. Então era preciso ser rápido na organização e partida. - Só mais 5 minutos... - Diz Alexander ainda sonolento. - Anda logo, seu bobão. Precisamos ajeitar as coisas e partir logo. - Jess olha para seu primo que apenas murmurava com a coberta em sua cabeça e tem uma idéia. - Alexander, meu primo querido. Eu não queria fazer isso. Mas você me obrigou. - Diz em um tom de deboche enquanto o rapaz murmurava novamente. - Foi você que pediu por isso... LÁ VAI! - Jess joga um enorme balde de água em seu primo. Fazendo com o rapaz acorda-se completamente encharcado enquanto a garota apenas ri de toda a situação. - Qual o seu problema, Jess? - Pergunta com raíva enquanto espalha água pelo quarto ao levantar da cama. - Eu te falei que precisamos ir logo e você não me ouviu. - A garota muda sua expressão para uma mais séria. - Precisamos nos arrumar e ir logo para o comboio. - Diz jogando um saco de roupas novas para ele enquanto ia para outro comodo se vestir. O rapaz se secou com uma toalha que ele pegou em um movél do quarto em que estava e começou a se vestir. Suas novas vestimentas consistiam em peças de roupa que ele nunca pensou em vestir antes. As vestes eram compostas por uma camisa de mangas longas, amarela e com botões. Uma calça de couro marrom, resistenta contra mordidas de pequenos animais traiçoeiros. Botas carmesim apropriadas para caminhas e montarias. E por fim, uma jaqueta com um enorme desenho de dente nas costas, esse era o símbolo da cidade na qual ele estava, um símbolo de liberdade dos moradores daquela cidade. Alexander finalmente estava totalmente vestido e só precisava pegar seu kit de montagem para armadilhas. Mas ele notou que o kit não estava mais com ele, e sim com Jess. Ele precisava pegar as coisas com ela antes que partissem da cidade com Delilah e seus atiradores. Ele segue para o comodo em que a garota está se vestindo e bate na porta para chamar sua atenção. Jess apenas pede por alguns segundos de paciência para que ela possar colocar suas últimas peças de roupa. - O que você quer? - Diz Jess abrindo a porta e surpreendendo Alexander com suas roupas novas. As vestes de Jess não eram muito diferentes das de Alexander na questão de praticidade. Mas possuíam muita diferença quanto a questão visual. A garota estava usando uma calça de couro preto que mostravam suas curvas e calçava botas de mesma cor. Ela também estava vestida com uma camisa marrom de mangas longas com botões fechados mas os dois que ficavam na gola estavam desabotoados. E por fim, a garota vestia uma jaqueta que possuia um coudre para o encaixe de seu rifle nas costas e um charmoso chapéu que ela usava enquanto estava com seus cabelos ruivos em um r**o de cavalo. - Uau... - Disse Alexander ao ver sua prima. - Você também está uau. - Diz zombando. - O que você quer? - Pergunta terminando tudo para o comboio. - Preciso do meu kit de montagem para armadilhas. Você tá com ele? - Pergunta meio envergonhado por ter perdido algo tão importante. - Toma... - Joga o kit para ele. - Na próxima tenta não perder essa coisa. Devemos cuidar sempre daquilo em que somos bons... - Diz olhando para ele e passando pelo mesmo para sair do prédio em que estavam hospedados graças a Delilah. Os primos ao sairem do prédio. Ficaram boquiabertos ao verem os diferentes tipos de veículos a vapor posicionados na rua príncipal da cidade. Mas havia algo que eles não entendiam e estavam debatendo entre si. Por que eles ainda precisavam de animais para puxa-los? Nesse momento, Delilah surge com um jovem rapaz de óculos ao seu lado e ele lhes explica tudo. Apesar de poderem se locomover por conta própria. Eles não podiam confiar apenas nos veículos enquanto estavam em uma viagem tão longa. Por isso era necessário que cada um tivesse um Parassaurolofo puxando ao longo da viagem. O combustivel só deve ser usado apenas em emergências. Os dois ficam surpreendidos pela explicação do garoto que devia ser uns 4 anos mais novo que Alexander. - Meu nome é Tommy. Meu pai e eu ajudamos a construir esse comboio para Delilah ao longo dos anos e estamos felizes que finalmente poderemos ver eles em funcionamento. - Diz o rapaz cumprimentando os primos. Tommy é um jovem meio tímido. Usava sempre roupas sóciais com o cabelo bem penteado, e claro, nunca larga seus óculos. O rapaz era um ponto de destaque em uma cidade onde a maioria dos cidadãos são atiradores ou cuidam de animais. - Vou guiar vocês até o veículo em que estaremos durante a viagem. - Tommy guia os primos e Delilah para o veículo. - Eu lhes apresento ao TDM! - O rapaz mostra um veículo enorme, com chapas de metal por sua lataria, rodas firmes para aguentar qualquer tipo de terreno e vidros que os protegem contra qualquer tipo de predador que tentar investir contra eles. - Por que TDM? - Pergunta Alexander - Significa Tesouro Da Mamãe. - Diz Tommy com orgulho. - Máquinas legais precisam de nomes que soam legais na mente de seus criadores. Mesmo com o nome peculiar. Os primos não deixam de achar a máquina potente incrível. Delilah da o sinal para todos os seus homens entrarem em seus veículos e darem as ordens de partidas para os enormes parassauros. A busca pelo tesouro havia finalmente começado e agora era uma corrida contra o tempo para chegarem até o pantano e terem mais pistas que os Garras Negras.
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