ARMANDO
Dei início ao meu plantão e deixei a organização do velório de Mário sobre supervisão de jimin, foquei no meu trabalho mais mesmo assim ainda me sentia sufocado, saio do quarto da senhora Emília uma das minha pacientes mais queridas ela sempre anda de bom humor é uma guerreira assim como meu amiguinhos que está nos braços de Deus ela sempre me faz sentir bem, gosto muito de conversar com ela as vezes a sabedoria dos mais mais velhos são mais construitivas do que pensamos. vou direto para a lanchonete do hospital sei que uma hora dessa Robson esta fazendo uma pausa de dez minutos para seu cafezinho o que seria de um médico sem um café para mantermos a resistência, avisto ele e faço um gesto para que ele venha até mim.
Robson Pimentel é um dos médicos que compõem a equipe deste hospital sem falar que também é um dos sócios assim como jimin ele é um grande amigo, nos conhecemos desde criança ele sempre fez parte do nosso grupo rob é um grande neurocirurgião e sempre dá o melhor de se para todos, eu não estava me sentindo bem então iria pedir a ele para trocarmos de turno eu queria ir para casa eu até poderia usar as teorias de meu avô mais eu não consigo; para mim eu sou o exemplo que toda a junta médica tem seguir
ROBSON: eu fiquei sabendo irmão sobre o nosso Mário, eu sinto muito
ARMANDO: obrigado, você poderia assumir o restante do meu turno eu não estou bem, preciso ir para casa amanhã será o velório e eu tenho que está presente
ROBSON: você e suas manias, você é o dono já esqueceu disso?
ARMANDO: é exatamente por ser o dono que tenho que da exemplos a todos
ROBSON: ok, não vamos discutir. você pode ir tranquilo que eu vou assumir o restante do seu plantao.
ARMANDO: fico grato meu amigo
ROBSON: vá e dirija com cuidado
Me despeço dele e vou para o meu consultório pegar a minha maleta e as chaves de casa e do carro então saio do hospital sem trocar de roupas nem se quer tirei o meu jaleco ainda estou desconcertado com a perda do pequeno Mário. vou até o estacionamento entro no meu carro e dou a partida como faltava poucos minutos para 1:00 hora da madrugada o trânsito estava parado faço o meu trajeto de sempre e nem percebi que havia perdido o foco pois meus pensamentos estavam na última conversa que tive com os pais de Mário e quando volto a mim tive que frear bruscamente pois do nada uma louca atravessa correndo a ruas e quando consigo controlar o carro vejo uma cena que não gostei sei que não era problema meus mais meus princípios e minha criação não me permitia só assistir eu tinha que fazer alguma coisa a garota que atravessou a rua estava sendo perseguida por um cara e ele conseguiu pegá-la então saio do meu carro e vou ao seu auxílio ela estava de joelhos no chão e o cara levantou a mão para bater na cara dela mais eu cheguei bem a tempo de impedi-lo seguro em seu braço e logo em seguida olho para a garota e wouuu como ela é linda, agora entendo o porque estava sendo perseguida o cara me olha e fica sem entender acho que ele não me conhece mais eu sei muito bem quem ele é, mais isso não me provoca medo ele é que vai sentir terror quando souber quem eu sou na verdade mais isso vou deixá-lo descobrir sozinho ele fixa seus olhos em mim e com uma cara de poucos amigos começa sua ladainha
GUGA: você sabe que eu sou? afinal de contas, quem é você? saia da minha frente se não quem vai apanhar no lugar dela será você
finjo que não ouvir e ainda segurando em seu braço volto meu olhar para a pequena mulher e pergunto-lhe se está bem mais não ouve resposta da parte dela acho que ela não está bem talvez seja pelo o susto de ser perseguida ou talvez ela esteja com medo desse i****a então torço-lhe o braço e em seguida dou-lhe um chute no estômago fazendo com que o i****a caia para bem longe de nós. retiro meu jaleco e ponho sobre ela pois ela estava quase nua, vejo que ela está soando frio pelo que notei acho que esse i*****l a drogrou ou coisa do tipo e isso me deixou bastante revoltado vou acabar logo com isso e leva-la para o hospital o mais rápido possível me levanto e diga a ela
ARMANDO: não sai daqui, eu já volto!
estralo minha mãos e vou com tudo para cima dele que m*l pôde se defender eu estava tão frustrado com tudo que está acontecendo que esse cara virou um saco de pancada para descarregar as minhas frustrações. após deixa o cara inconsciente sua equipe de segurança aparece e eu estou achando cada vez melhor acho que isso poderá me ajudar assim com seu chefe jogo todo um por um no chão confesso que me senti até revigorado
após terminar pego um lenço e limpo minhas mãos e em seguida vou em direção a garota pego-a nos braços e sai carregando-a em direção ao meu carro abro a porta e a põnho no banco do passageiro fecho a porta vou para o meu lugar, ajeito o cinto nela e devo confessar nunca vi uma mulher tão linda como essa, ela tenta abrir os olhos mais não consegue tenta falar mais logo fica inconsciente. tomo seu pulso e graças a Deus não é nada de muito grave mais agora fico em dúvida se a levo para o hospital ou para a minha casa ou espero que ela acorde. então dou a partida e saio dali com ela ela começa a se debater e a suar muito paro o carro no acostamento e toco nela, essa garota esta ardendo em febre mais para ter a certeza abro minha maleta e pego o termômetro e ponho nela ela está 39 graus e já estava começando a delirar então decido leva-la para a minha casa pois lá eu poderia cuidar dela e dar os medicamentos certos. dirijo o mais rápido que posso e peço a Deus para que meus avós estejam dormindo é o que eu acho bem difícil, pois eles só dormem quando eu chego não importa qual horário seja meu plantão. paro o carro e assim como esperado meus avós estava sentados na varanda a minha espera saio do carro dou a volta até o lugar do passageiro retiro o cinto dela e apego nos braços, quando meus avós veem a cena ficam surpresos e de bocas abertas e logo uma enxurradas e perguntas caem sobre meus ouvidos
CÉSAR: o que aconteceu meu neto?
JÚLIA: quem é essa moça?
CÉSAR: não me diga que você atropelou ela? diga algo armando pelo amor de deus
ARMANDO: prometo que explico tudo depois, agora não é o momento vou leva-la lá para cima, porfavor venham comigo
do jeito que eu me encontrava não estava em condições de examiná-la e graças a Deus meus avós são médicos e dos melhores essa garota tola.... como ousa me dá trabalho, logo nesse momento, ela simplesmente terá o privilégio de receber atendimento do meus avós.
a levo para o quarto ao lado do meu e a coloco na cama e logo em seguida meus avós entram no quarto
ARMANDO: um de vocês dois poderia examiná-la, eu não estou bem emocionalmente para fazer isso vou espera lá fora e aí eu explico tudo para voces.
CÉSAR: querida cuide disso eu vou acompanhar o armando
JÚLIA: ok, mais não precisa ser um gênio para saber que ela foi dopada antes de ir, césar pegue o phosfoenema e peça a Maria que traga o mais rápido possível
ARMANDO: pretende fazer uma lavagem estomacal nela é isso?
JÚLIA: exatamente, se vocês olharem
bem para ela. a moça está começando a dar reações alérgicas talvez ela seja alérgica a droga que lhe deram preciso fazer uma lavagem o mais rápido possível antes que o organismo dela absorva toda a substância vá logo e façam o que eu pedir
para quem não sabe o que é o phosfoenema, ele é composto por fosfatos. ou seja, Os fosfatos atuam como laxativos quando administrados pelo reto, na forma de enema ou também de supositório. Os fosfatos são pouco absorvidos pelo intestino; eles aumentam o volume de água na luz intestinal, funcionando como laxativos, e favorecendo a evacuação.
vovó realmente é excepcional sempre que a vejo em ação é a mesma coisa de está vendo a minha heroína preferida, vovô e eu descemos e então vou para a varanda enquanto vovô vai fazer o que vovó pediu. depois de instruir Maria ele volta com duas taça de vinho
CÉSAR: pegue, você está precisando mais disso do que eu
ARMANDO: obrigado
CÉSAR: sei que seu dia está sendo difícil, mais você não pode ficar desse jeito, nessa depressão meu filho. Se você quiser falar eu estou aqui
ARMANDO: posso lhe pedir algo vovô?
CÉSAR: o que você quiser meu neto
ARMANDO: me dê um abraço
me jogo nos braços do meu avô assim como eu fazia quando era criança quando sentia medo e fico em silêncio até que vovó aparece e se junta a nós na varanda
JÚLIA: está tudo sobre controle agora, talvez ela possa dá febre e é porisso que eu deixei Maria para cuidar dela durante a noite e nos avisar se algo acontecer
saio dos braços do meu avô, limpo minhas lágrimas e então conto tudo que aconteceu quando estava voltando para casa, meus avós ficaram chocados e quanto mais eu relatava o que tinha ocorrido eles ficava surpresos e quando terminei eles se entreolham e logo começaram a rir eu não entendi o porquê dos riso mais acho melhor não perguntar vejo que já esta tarde então falo para eles irem dormir que eu vou cuidar da garota afinal de contas não consigo dormir pois logo cedo estarei prestando meu último adeus a Mário.