Capítulo 2

1755 Words
Léo narrando... — Fala rapaziada, meu nome é Leonardo, atualmente tô com 24 anos, sou dono do Morro do Jacarezinho, assumi com 18 anos, assim que meu pai decidiu se "aposentar", os mais próximos me chamam de Léo, mas geral me conhece pelo Vulgo Moreno, papo dez, toda vez que me chamam pelo vulgo, minha mente volta há 7 anos, na época que eu estava em São Paulo cuidando de um dos pontos de drogas pra ele, p***a, aquela morena de lá, nunca saiu da minha mente vey, e ela me chama de moreno quase sempre, a primeira vez que vi ela, o irmão dela tava trocando ideia com nós, e c*****o, a mina parecia uma boneca de tão linda, não conseguia tirar os olhos dela. Bigodin e Joca que estavam sempre comigo viram e gostaram comigo, mas eu nem dei bola, só queria saber mais dela e ter ela pra mim... Comecei a rodear ela, ia com ela na escola, as vezes buscava, mas ela nunca deu condição, a mina era firmeza demais... E os dois viadinho que viviam folgando em mim ficaram de quatro pelas amiga da Morena, tanto que hoje em dia eles são casados, trouxeram as mina de sampa pra morar aqui no Rio, e te falar Nandinha e Bruna são brabas demais. Elas fecham com eles no 10/10 até de invasão as doida já participaram, elas vivem comendo meu juízo, falando que tá na hora de eu me aquietar, mas eu to sereno de me prender, a única que minha tinha era a morena, só de pensar que tudo poderia ser diferente se eu não tivesse ido nas pilha do noiado do irmão dela po, penso quase sempre nisso, eu queria a cabeça do pai dela por me chamar de vagabundo e a cabeça do irmão dela por me dever, e papo dez, achei que ela não se envolvia comigo por causa disso, na hora tudo fez sentido, até mandei mensagem pra ela dizendo que não esperava aquilo dela, imagina meu baque em saber depois pelas meninas que era tudo mentira e que ela tava começando a gostar de mim também, continuamos em sampa até eu tomar minha posse aqui no Jacarezinho, as meninas nunca mais tiveram contato com ela, ela sumiu do mapa. — Estava sentado na minha sala quando o Guizin me passa o radinho que a Diretora da escola tá lá fora, libero a entrada dela. Logo batem na minha porta e eu mando entrar. Anna: Licença Patrão. — ela entra pra dentro da sala e sorri pra mim. Moreno: Bom dia Diretora, senta ai. Anna: Bom, eu vim aqui porq estamos precisando de professor pras crianças. Moreno: Beleza, pode procurar e ver se acha alguém capacitado e esteja disposto a vir pro Jacarezinho... Anna: Bom, capacitado eu já achei, agora disposto a vir pro Jacarezinho ainda não sei... Moreno: Perfeito, então vê essa questão e só me passa as informações da pessoa. Anna: Só temos um problema. — olho pra mesma com a sobrancelha erguida e mando ela prosseguir. — a professora ela tem o currículo excelente, passou com notas incríveis, mas ela não é daqui, ela é da Bahia. Moreno: p***a, Bahia. Anna: Bahia, mas está sem emprego atualmente, e ela é uma professora com muitos elogios, tenho certeza que daria a melhor aprendizagem pras crianças... Moreno: beleza, desenrola com ela que eu assumo as despesas. Anna: muito obrigada Patrão. — ela se levanta, sorri simpática e sai da sala. Papo dez, se eu puder proporcionar o melhor estudo pra essas crianças eu irei po. — Uns dias depois... Anna entrou em contato comigo ontem, falou que conseguiu contato com a professora e ela topou, ela averiguou e achou voo para hoje de manhã, ficou de me mandar depois a ficha da professora... Eu sai pra tomar uma com o Bigodin, Joca e as meninas... Assim que coloco os pés no bar do tio Paulinho, geral me olha, as p**a já se abre toda, mas eu ignoro e procuro pela mesa dos meus parceiros, avisto eles e vou em direção, faço toque com os manos e do um beijo na testa de cada uma. — Moreno: Eai, tudo suave? Joca: Tudo na paz. Bruna: Fiquei sabendo pela diretora que foi contratada uma professora pras crianças, que bom, elas estavam precisando, pelono que a Anna comentou comigo a professora é excelente. Moreno: Sim, pelo o que ela me falou é top mesmo, to disposto a dar o melhor pras crias. Bigodin: Tá certo. Nanda: Professora Veronica. — ela diz sorrindo e meu coração acelera. — só consigo lembrar da Ve e em como ela deve estar agora, sinto mó saudade dela. Bruna: Eu também. A Rafaela chega com um balde de gelo com cerveja dentro e toda oferecida. Rafaela: Aqui patrão, se precisar de qualquer coisa sabe onde me achar. — ela diz piscando e sai rebolando aquela b***a gostosinha dela. Bruna: ecaaa. — ela diz e a Nanda cai na gargalhada. Ficamos ali curtindo bebendo, Rafaela vem ou outra vem me cercar, já comi ela umas duas vezes e acho que hoje vou de novo... Quando já é tarde me despeço do pessoal e caminho até a Rafaela. Moreno: Termina que horas aqui? — ela olha no relógio e sorri. Rafaela: Dois minutinhos to liberada. Moreno: beleza, vo te esperar lá no barraco de sempre. — ela concorda e eu vou em direção a minha moto, subo e arranco direto pro barraco. Depois de alguns minutos a Rafaela chega, ela me olha sorrindo safada. Moreno: sabe o que tem que fazer né safada. — falo e tiro meu calção junto da cueca, meu p*u já ta duro, me sento na cama e fico esperando ela, ela se pela toda e vem até mim, se ajoelha entre as minhas pernas e cai de boca. — Aaa delicia. — ela chupa com tanta vontade, essa sabe o que faz. Depois de um tempo começo a chegar perto de gozar. — A p*****a vai querer leitinho vai? — pergunto acertando um tapa em sua cara. Rafaela: Vou sim. — ela volta a chupar com mais intensidade, começo a socar meu p*u fundo na garganta dela e logo g**o, ela engole tudo, se levanta com a maior cara de p*****a safada que tem e se joga na cama, abre as pernas e começa a se tocar. Rafaela: To doidinha pra sentir esse p*u grande, grosso e gostoso em mim Patrão. — eu encapo meu boneco, enquanto ela continua se marturbando, me posiciono e soco nela, levo sua mão até a própria boca e faço ela sentir seu próprio gosto. Rafaela: aaa que delicia Patrão, fode sua p*****a com força. — ela diz apertando seus s***s. Eu a coloco de quatro na cama e a deixo bem empinadinha, acerto um tapão em sua b***a e ela geme, entro nela e começo a socar forte, faço um coque em seu cabelo e fico puxando enquando soco e bato em sua b***a. Rafaela: aaa Patrão, isso, assim fode sua c****a, aaaa! Moreno: Tá gostoso v***a? Gosta que eu soque com força é? Rafaela: Isso, soca forte Patrão. — eu sorrio e penetro fundo e forte nela. — aaaa Patrão! - ela geme gostando. Moreno: Quero comer teu cuzinho cachorra. — ela concorda e eu tiro meu m****o e entro no cu dela. Soco forte e ela se toca ao mesmo tempo que como seu cuzinho. Não demora muito e ela goza e eu logo em seguida. Caminho até o banheiro, jogo a camisinha no vaso e puxo descarga, tomo um banho rapidinho e saio, ela está sentada na cama vestida. Morena: toma. — alcanço 600 reais pra ela. Rafaela: Valeu gato. Saimos da casinha e eu fui direto pra minha goma e me joguei na cama. — Dia seguinte... Acordei, me escovei e desci na padaria da tia Joana, peguei misto e café preto e saltei prq boca. Meu celular apitou e era a diretora falando da mina lá, tinha até esquecido. Radinho on... Moreno: Qual foi Joca, brota aqui na boca. Joca: 5 to ai filhão. Radinho off... Dá os 5 minutos e ele brota na minha sala, entra sem bater na porta mesmo esse filho da p**a. Joca: manda pro pai. Moreno: Vai ir buscar a nova professora no aeroporto. Joca: Oporra, quer me matar atira em mim logo, nossa senhorinha, Bruna que não me mate por favor. — eu do risada negando é um frouxou mesmo. Moreno: vai logo po, a mina já deve tá chegando lá, nome dela é Veronica pelo o que a tua mulher falou. — ele concordou e saiu. — Mais tarde... — Joca e Bigodin entram na minha sala, não adianta manda esses p*u no cu bater... Joca: Peguei a mina lá, já levei no barraco que tu mandou. Morena: Beleza e como ela é? Joca: Oh meu paizinho amado, que Bruna não me ouça, mas ela é linda vey. — eu e Bigodin gargalhamos dele. Bigodin: Bora depois no tio Paulinho tomar uma? Fernanda e Bruna vão estar lá, a minha loira mandou mensagem agora. Moreno: vamo po, to precisando tomar uma, esse calor não dá. Ficamos ali conversando até a Nanda avisar que elas estavam lá já, fomos rumo ao tio Paulinho e avistamos as duas, mas tinha uma bolsa na mesa que não era de nenhuma delas, nos aproximamos delas. Bruna: Eu nem acredito vey. Nanda: Eu achei que nunca mais iamos ver ela, ela tá linda né, um mulherão. Bruna: Bagulho doido né, ela vir justamente pra cá. Moreno: Quem? — elas se assustam e damos risada, os meninos dão um selinho nas suas companheiras e eu beijo a testa das duas. Bigodin: Quem veio justamente pra cá? Nanda: São uns fofoqueiros né vey kkkk. Joca: Somos mesmo, agora desenrola po. Bruna: A Veronica. Joca: A professora? Nanda: É, mas ela é a nossa Veronica, nossa amiga de Sampa, que deu toda aquela ladaia por causa do irmão. — meu, eu fiquei sem reação, minha morena tava aqui, no meu morro, c*****o vey. Bigodin: c****e, a morena. — elas confirmam e eu só saio do transe quando escuto aquela voz doce que não mudou nadinha. Veronica: Desculpa a demora, mas me perdi. — ela diz e solta uma risada. Olho em sua direção e nossos olhares se encontram, ela estaca no lugar e fica me olhando, assim como eu não consigo me mover, só olhar ela mesmo, é ela, bem aqui na minha frente, e ainda mais linda e gostosa.
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