Rafael tentou lentamente se levantar, apoiando-se nos braços. A dor ardente no peito onde estava o ferimento era insuportável. A bala provavelmente já havia sido retirada por isso estou aqui. Ele pensou. Ele não conseguiu encontrar o telefone, então saiu da cama com dificuldade e abriu a porta do quarto. Na porta, David designou duas pessoas para vigiar. Vendo-o acordado, apressaram-se em avisar David, que quando chegou Rafael de repente estava sentado na beira da cama. — Irmão, você já acordou? Melhor deitar, você acabou de fazer uma cirurgia, por que está se levantando? David viu o seu irmão sentado na beira da cama, com o curativo branco no peito já manchado de sangue. Ele presumiu que, ao lutar para se levantar, havia afetado o ferimento costurado. — Não é nada, eu não vou morrer n

