— E agora? A franqueza dessa pessoa fez com que ele se sentisse um mero instrumento e, com uma risada irônica, ele respondeu: agora, já que você é meu cunhado, não posso permitir que a minha irmã fique viúva, então… você tem que voltar vivo. Gerard apagou o cigarro com uma seriedade incomum. — Eu aprecio isso. Rafael riu realmente de frustração. — De nada, aqui, isso é para você se proteger. Dizendo isso, Gerard tirou um mini revólver do bolso e entregou a Rafael. Rafael pegou uma pequena pistola prateada, tão compacta que podia ser facilmente escondida no bolso. Sem mais delongas, ele colocou-o no bolso interno do terno. Preparando-se para sair pela janela, Gerard, como se algo o estivesse incomodando, virou-se e perguntou: ei, você não vai acabar dormindo com aquela mulher amanhã, v

