📓 Isabela Duarte O corpo ainda girava no compasso da música quando, do nada, as luzes explodiram na sala. O breu virou palco iluminado. Meu coração travou no peito. Foi ali que eu vi. O rosto dele. Adrian Monteiro. Sentado como se fosse dono do mundo e era. Olhos fixos em mim, aquela expressão de quem nunca perde uma aposta. O mundo girou, mas eu fiquei. No colo dele, presa. De repente, tudo fazia sentido e nenhum sentido ao mesmo tempo. — Você… — deixei escapar, a voz rouca, tropeçando entre o susto e a raiva. Tentei sair do colo, mas ele nem se mexeu. Só segurou minha cintura, mais firme, colando meu quadril no p*u dele que já denunciava o quanto ele tava gostando da brincadeira. — Não foge agora, Vênus. Acha que pode provocar o d***o e sair andando? Acha mesmo? O chei

