Pingente

3385 Words
Clara narrando- eu amo a vivi más acho que essa ideia de deixar o Murilo assumir o bebê, e se casar com ele ,vai acabar com a vida dela, e com a vida dessa criança, o Murilo é o tipo de homem que não ama nem ele mesmo, ele é capaz de tudo pra ter o que quer, ele não quer a Vivi,ele quer a boa imagem que ela passar, a mulher linda, gostosa, perfeita, que não se mete em confusão, que não tem coragem de expor a vida lixo de um jogador bem sucedido profissionalmente , más que longe dos gramados não passa de um nojento, mulherengo, drogado e agressivo. Dá nojo ver ele olhando para a Vivi como se amasse ela, fazendo cena de chupar dedo para comemorar a gravidez de um filho que não é dele. Fico olhando para o tal do traficante que ela disse que é o pai do bebê, o que será que ele ia fazer se descobrisse a verdade? mataria a Vivi? mandaria ela abortar? obrigaria ela a ter o filho e morar na favela? é melhor nem pensar. Desde que ela viu ele, ela parou de olhar para o jogo, tá inquieta, preocupada, ela tá bem estranha. Clara- que foi? ele não deve nem se lembrar de você. Vivi- eu também não me lembraria, se não tivesse carregando um filho dele na minha barriga. Clara- um homem como aquele ali dificilmente você esqueceria, mesmo se não tivesse grávida. Ela fecha o olho e solta um sorrisinho de canto. Clara- sabia! você tá assim sorrindo porquê? Vivi- me deixa Clara! Clara- sabe o que podemos fazer? nos aproximar das meninas lá do morro. Vivi- tá louca? Clara- pra gente saber como é o pai do seu filho. Vivi- não, eu não quero saber nada dele. Clara- não mesmo? Você nao tem como engravidar, porquê já ta grávida, pode dar sem medo. Vivi- você tá terrível hoje, eu tô noiva meu amor. Ela me mostra o dedo com um anel solitário que deve ter custado um rim. De verdade eu quero que a vivi seja feliz, ela parece que vive dentro de uma bolha, cada passo é calculado, cada palavra muito bem pensada antes de dizer, com horário pra tudo, com pais que mais parecem dois estranhos, um irmão que não liga muito pra nada, achou uma migalha de carinho vindo de um babaca e se sente amada por ele. Clara- tá quase na hora do intervalo do jogo, jaja o juiz apita, vamos comprar alguma coisa pra gente comer. Vivi- tá! Ela levanta, olhando para as fileiras de baixo, o cara não voltou a olhar para ela, tá concentrado no jogo e em algumas pessoas do lado e na frente dele, ele não deve lembrar dela mesmo. Más ela não é do tipo de mulher que um homem esqueceria, nem mesmo um homem como ele. Vivi narrando- eu não sei o que pensar, só sei que meu corpo inteiro tá tremendo, a Clara disse que bandidos como ele vivem ilhados dentro do morro, o que ele tá fazendo aqui então? Ele me olhou e ficou me olhando, ele deve ter se lembrado de mim, e se ele contar para alguém? tem homens que saem por ai falando das mulheres que ficam, e se ele tiver falado, vai ser o meu fim. Más um sentimento além do medo, me fez arrepiar, lembranças dele suspirando em cima de mim, do corpo suado se movendo contra o meu, do gosto do p*u dele na minha boca, não senti o gosto da boca dele, eu não beijei ele. Clara- o que foi? tá passando m*l? Vivi- eu não beijei o bandido. Clara- você deu pra ele e não beijou? tipo p**a? Vivi- foi como eu me senti na hora, uma p**a! Clara- vei que louca! quer beijar ele agora? quer que eu vá lá chamar ele? Vivi- não, nunca mais quero ver ele. Clara- sei. Vivi- compra lá o lanche que eu vou no banheiro. O meu Segurança fica parado no meio do corredor entre eu e a Clara, entro no banheiro comum mesmo, não quero atravessar o estádio para chegar nos banheiros exclusivos. Tiro fotos com algumas meninas que estão aglomeradas e vou no banheiro. Quando saio não vejo a Clara, o segurança aponta dizendo que ela já tá sentada na arquibancada, desço as escadas olhando para o celular e sem querer tropeço em alguém,e no um impulso, para não cair,seguro em um pingente que cai sobre os meus pés, e não consigo ver aonde foi parar, até me abaixo más não consigi achar, levanto na tentativa de me desculpar. Vivi- desculpa! meu segurança vai ajudar a procurar. Sombrio- porquê não para de olhar o celular e olha por onde anda, aí maior prejuízo. A voz faz todos os meus pêlos se arrepiarem, faz meu coração parar! Olho para ele. Vivi- me desculpa era algo urgente! Sombrio- Tá de boa, más da próxima vez olha pra onde anda. Ele tá sendo grosseiro, más eu não consigo parar de olhar para a boca dele. Vivi- meu segurança vai procurar seu pingente. Dou um passo para frente para descer o degrau e ele dá outro na mesma direção, parando na minha frente, e isso se repete por duas vezes, ele para e me olha. Sombrio- vai! Se adianta! Desço as escadas com as pernas bambas, fico me imaginando dizendo para ele, "olha aqui seu ogro, eu tô gravida de você e se você não lembra de mim eu lembro de você. Me sinto m*l por ele não se lembrar, ou falar "você é a mulher que eu transei aquele dia, ou um "oi sumida? Eu que sou lembrada por milhões de pessoas, tô preocupada com um grosso, que esqueceu de mim. Sento do lado da Clara. Clara- nossa como você demorou. Vivi- tava no banheiro, parei para tirar umas fotos, e bati de frente com um ogro e ainda puxei o pingente do cordão dele , que foi parar não sei aonde. Clara- que Ogro? Vivi- o bandido. Clara- o pai do bebê?você perguntou o nome dele? Vivi- não! ele é e******o, grosseiro, um i****a! Clara- e o que mais? ainda quer beijar ele? Vivi- eu não quero beijar ele! Clara- quer sim! eu te conheço, não tem nada demais em beijar o pai do seu filho, acho natural. Vivi- Clara, eu vou te matar eu juro! Ele passa descendo as escadas, e não me olhoa nem nada. Vivi- ele não lembra de mim, me olha como se nunca tivesse me visto. Clara- relaxa, ele sabe quem é você! e de quem você é bibelô, e sendo flamenguista dificilmente vai se meter entre o jogador e o amuleto. Vivi- será que é por isso que ele não fez questão de falar nada? Clara- pra quem ta decidida, e não quer ver mais o tal ogro até que você tá falando muito nele. O Murilo faz outro gol, e dessa vez o ogro não levanta. O Murilo vem até a arquibancada e me manda um beijo, mando outro beijo pra ele. Clara- que vontade vomitar. O Jogo acaba, 2x0 para o flamengo, o Murilo me chama para descer para o gramado para comemorar , desço, beijo ele, enquanto a torcida grita, vibrando o beijo apaixonado do casal referência. Abro os olhos e olho para a arquibancada para ver se a Clara ainda tá lá, ela coloca a mão na boca fazendo sinal de vômito, más o olhar fixo do bandido para novamente no meu, ele me olha sabendo que tem um segredo meu, guardado pra ele, e eu tenho uma parte dele crescendo em mim. Murilo- o que foi meu amor? Tá cansada? Vivi- um pouquinho. Murilo- vamos sair para comemorar, más se você não quiser ir, vamos para casa. Vivi- eu vou sem problemas. Murilo- você vai ficar bem? digo porquê você tá grávida. Vivi- quer saber, vai você amor, eu vou descasar , vou pra casa com a Clara. Ele quer me dispensar, e eu não vou dificultar as coisas. Murilo- não meu amor, eu vou com você! vamos assistir um filme, fazer um amorzinho gostoso. Vivi- o Flamengo ganhou, você fez dois gols isso merece comemoração, vai amor! é tudo o que ele precisa ouvir, e não esconde o olhar de satisfação. Murilo- vou me comportar eu juro, não vou beber, e vou pra casa cedo. Acho que o Murilo é um novo homem, e juntos vamos dar uma família feliz para essa criança. Vivi- tá bom meu amor. Dou um selinho nele, cumprimento alguns jogadores e algumas mulheres e namoradas deles, que me parabenizaram belo bebê, que não é do jogador, é do traficante. Vou para o carro esperar a Clara, com o meu segurança e também motorista o Marlboro. Marlboro- Senhora Vivi, encontrei o pingente do cara. Vivi- você devolveu? Marlboro- não achei ele, ele simplesmente sumiu. Ele puxa o pingente do bolso. Marlboro- o que eu faço com ele? Vivi- me dá aqui, eu vou ver se consigo algum contato na internet para devolver. Pego o pingente, fico olhando, é um crucifixo, grande, pesado, com pedras, atrás, tem uma letra S cravejada de Diamantes eu acho. Fico olhando para o pingente e lembro dele balançado no peito do bandido, o peito suado, brilhando, enquanto ele gozava se derramando dentro de mim, eu preciso parar de pensar essas coisas. A clara entra no carro. clara- o que é isso? Vivi- o pingente do Ogro. Clara- isso deve valer uma fortuna, ele deve tá com muita raiva por ter perdido. Vivi- se não quis procurar é porquê não é importante. Clara- ou vai dar um jeito de cobrar de você depois. Fico segurando o pingente, apertando contra a mão, se eu não tivesse visto ele, seria mais fácil, me sinto culpada por tá escondendo essa gravidez, me sinto culpada por ter engravidado, me sinto culpada por tudo, e derrepente me sinto concentrada na lembrança da imagem fixa da boca dele na minha cabeça. Milena narrando- Acordo dez horas, arrumo a casa e vou fazer o almoço, o Rodrigo entra cantando , me abraça e me dá um beijo no pescoço, que faz eu até perder os sentidos. Milena- sai daqui, eu não tô boa com você. Rodrigo- qual foi pretinha? eu sou seu, meu amor, você sabe que eu te amo. Milena- ama tanto , que some e volta como se nada tivesse acontecido. Rodrigo- me entende meu amor, eu tô atrás de fazer o meu corre, é pra gente minha pretinha, vou virar um MC famoso e você vai se minha mulher, vou te dar tudo o que você merece, apartamento em Copacabana, lancha, carro importado, vou te dar uma vida de rainha pretinha. Milena- vai mesmo? será que quando você tiver isso tudo ai, não vai arrumar outra? Rodrigo- meu oração é só seu meu amor. Ele me vira, beijou meu rosto, meu pescoço, me abraça. Milena- não sei se acredito nisso tudo. Rodrigo- acredita no seu coração minha princesa, ele bate por mim, como o meu bate por você, igual batida de funk romântico, você é minha musa. Milena- é ? ou só ta falando isso pra me comer? Rodrigo- eu quero , quero muito te comer. ele morde meu queixo. Milena- Tô ficando com outro cara! Ele se afasta de uma vez. Rodrigo- tá de caô né? eu tô aqui fazendo planos com você e tal, te oferecendo o mundo e você tá com outro? Milena- não tô de caô,eu preciso de alguém que faça planos estando ao meu lado , e não longe de mim, que some e aparece querendo que as coisas estejam como deixou. Rodrigo- você sabe que eu tô correndo atrás, fazendo minhas músicas, tentando ser notado. Ai na real, você não acredita em mim, não acredita que eu vou chegar longe, nunca deu moral pra minhas músicas, não tá comigo de verdade, não confia no meu talento. Milena- não é isso, eu só não quero ficar aqui esperando você decidir o que eu sou pra você. Tá doendo essa conversa, porquê dessa vez ela tá parecendo mais séria,do que as o outras, estamos dizendo verdades que antes não tínhamos ditos. Rodrigo- quem é o cara que tá fazendo planos ao seu lado? quem o cara? Milena- não importa. Rodrigo- então acabou de verdade? Alguém bate na porta, deixo o Rodrigo na cozinha e vou abrir. Coruja- e ai gatinha? tô com saudades. Ele entra já me beijando. Milena- espera coruja! espera. Coruja- seu irmão não tá por aqui, e não vai passar por aqui agora. Empurro ele, o Rodrigo sai da cozinha. Rodrigo- ai depois eu busco meus bagulho falô! Ele saiu sem me olhar. coruja- qual foi? tá de rolo com esse bicho ainda, com o projetinho de Mc? Milena- não, ele só veio pegar as coisas dele. Coruja- é muito comédia pra não dar valor em uma bebê como você, ainda bem que ele deu esse mole e agora eu tô aqui. Não sei se tô fazendo a coisa certa em me envolver com o coruja, a Suelen colocou maior pilha pra gente ficar, e agora tô me sentindo m*l pelo Rodrigo Milena- você tem medo do sombrio porquê? Coruja- ele é meu chefe, meu mano, e você é irmã dele. Milena- idaí , ele não liga pra essas coisas, não é da conta dele a minha vida. Coruja- é sim! ele coloca geral pra ficar de olho, se mexer com a família dele é m*l. Milena- que exagero! Coruja- más se nossa parada ficar séria mesmo, eu vou levar ideia com ele. Ele me abraça, más meu coração tá apertado. O coruja almoça comigo, ficamos juntos um pouco a tarde e ele foi embora. Vou para o meu quarto separar as coisas do Rodrigo para devolver, já fiz isso mil vezes, nós sempre brigamos e sempre voltamos, más dessa vez foi diferente, chorando , eu vou sentindo o cheiro de cada peça de roupa. A Suelen entra. Suelen- Vixi ,o Rodrigo já passou por aqui. Milena- já! e dessa vez acho que foi pra valer. Suelen- eu já ouvi isso mil vezes. Milena- ele me viu com o coruja. Suelen- c*****o! foi melhor do que eu pensei! Milena- não foi! eu tô me sentindo m*l. Suelen- depois passa. O Sombrio entra no meu quarto com tudo. Sombrio- e aê! Milena- OI! Sombrio- aquela patricinha , que tava aqui em casa outro dia, me dá o numero dela aí? Milena- que patricinha? Suelen- a vivi? Sombrio- não banca a doida, ela tava de rolé no morro, tava aqui em casa. o que ele quer com a vivi? Milena- eu não tenho o numero dela, ela é celebridade querido, não tem como falar com ela. Sombrio- descobre, eu quero falar com ela! Milena- porquê? Sombrio- ela ficou com uma coisa minha e eu quero de volta, se eu for buscar é pior. Milena- o que uma milionária ia fazer com alguma coisa sua? ela tem tudo o que ela quer. Sombrio- ela tá com uma parada minha se ligou? e eu quero de volta, então dá um jeito de falar com ela, ou eu vou buscar. Ele sai batendo a porta do quarto. Suelen- minha vó disse que droga enlouquece, esse ai hó já ta zureta, doidão. Milena- ele não falou brincando, o que a vivi tem do Sombrio? ela pegou alguma coisa dele aqui em casa? Suelen- se ele for atrás, ele vai fazer um estrago. Milena- ele também tem tudo o que quer, porquê alguma coisa iria fazer falta pra ele? Suelen- sei lá! que história m*l contada. Milena- vou mandar um direct pra ela, antes que o sombrio faça uma merda. Sombrio narrando- c*****o que fita, a dona talaricou o jogador comigo mano, que dona safada, vai casar com o cara, e me deu, na maior cara dura, por isso não confio em mulher, tá doido, mulher é o cão fi, isso porquê ela é famosinha, o c*****o todo, imagina as que não é, como é que faz. A p**a da Shirlei querendo dar para o coruja na minha casa, na minha cara, não confio em mulher não doido. Eu que deixo careca, coloco pra esculacho, mato, ainda arrumo umas corajosas que me sacaneia, imagina os cara que não tem moral, é chifre pra entrar no céu. Essa p***a de amor, é uma parada que inventaram para fazer o cara de o****o, sentimento aqui só pela minha coroa e pela minha irmã, e mesmo assim não sou de ficar de mimimi, mulher é só pra dar uma colorida na casa, e exibir como troféu pra geral, comer e ajudar nas minha fita, fechar comigo nos meus bagulho e aceitar a vida que eu levo, e aceitar que eu não sou de ninguém. Ai quem tava lá no jogo, na arquibancada?quando olhei pra trás nem botei fé, a dona safada, o pior é que ela não tem cara dessas piranhas que faz essas paradas não, más fez , e fez gostoso, p***a que boquinha safada, suave deslizando no meu p*u, que corpo gostoso, que b****a quente, molhada, apertada, filha da p**a me negou um beijo, fudeu sem me beijar. Eu vi quando o segurança achou meu pingente, tava em baixo da cadeira, sai dando uma de doido, agora tem uma parada minha com ela e eu vou pegar, vou cobrar, quero ela aqui no morro de novo, entregando minha joia na minha mão, olhando na minha cara, sem a torcida em volta. Se ela quiser eu quero de novo, eu vi o jeito que ela me olhou, vi o jeito que ela ficou perto de mim, dá nada, o corno que cuide do chifre dele, é jogador do meu mengão, más uma coisa não tem nada a ver com a outra. Vivi narrando- não paro de pensar que eu e o traficante temos algo forte, que vai nos ligar pelo resto da vida, um elo maior que qualquer coisa que possa unir duas pessoas, um filho, com minhas características misturadas a dele. Será que ele tem outros filhos? Mulheres? Família, talvez esse filho não signifique nada pra ele. Coloco a mão na barriga, como vou olhar essa criança crescer, sem contar a verdade sobre o pai dela? não foi assim que eu imaginei quando fosse mãe. Fico olhando o pingente do bandido, enquanto meus pensamentos viajam. O Murilo voltou para o Rio de janeiro. Termino de gravar um stories para uma publi, como alguma coisa saudável, atendo uma chamada de vídeo fofa do Murilo. A clara entra, quando ainda tô falando com o Murilo. Clara- tá falando com o i****a? ?Murilo- eu ouvi Clara. Clara- sinal que não é deficiente auditivo. ?Vivi- te ligo depois amor. Desligo antes que ele tente competir com a Clara. Clara- agora que o Murilo não tá aqui, você pode da um jeito de devolver a joia do bandido. Vivi- e você quer que eu faça o quê? Clara- vai lá no morro, pergunta onde é o achados e perdidos e pronto. Vivi- i*****l. Minha acessora entrou. Bia- Vivi, tem uma tal de Milena enchendo o seu direct, acho que é a mesma que ganhou o sorteio da festa. A clara me olha. Vivi- deixa eu ver! Pego o celular. "Vivi desculpa incomodar, más meu irmão disse que você ficou com alguma coisa dele, ele quer de volta, eu não sei o que é, não sei se você levou alguma coisa aquele dia por engano, más o Sombrio é chato e quando quer uma coisa ele não descansa até conseguir, eu não quero que ele crie problemas para você, se você puder marcar comigo para devolver" se ele tiver se confundido também desculpa! Ela copiou por várias vezes a mesma mensagem, parece desesperada. Vivi- obrigada Bia eu vou resolver. Ela saiu. Clara- e ai? Vivi- o apelido dele é sombrio, você tem noção o S do pingente é de sombrio, a Milena escreveu aqui, que ele consegue o quer. Clara- é dele o pingente, deve valer muito, então é normal ele querer. Vivi- eu vou devolver, vou mandar mensagem para ela vir buscar. Clara- a tia do seu filho? Vivi- não fica falando isso. Clara- só tô falando. Respondo o direct para a Milena para combinar com ela, para devolver o bendito pingente.
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