ERIKA Fazer o papel da esposa doce e compreensiva tem sido difícil, talvez o disfarce mais complicado. Pois a minha vontade e bater nessa v@dia, que se pintou toda de doente, fazer umas manchar de verdade nela, seria bom. Ontem, antes de sairmos para balada, recebi a informação que ela havia se movimentado, estava com uma equipe medica já a sua disposição, ou seja, tudo organizado. A única coisa verdadeira, é as mulheres que foram 'resgatadas', na verdade, descartadas, pois não servem mais para esse bando nojento. No hospital foi divertido ver o desespero de Ane, mas estranhei não ver Alice, estou a começar a pensar que ela não passa de uma marioneta nas mãos da mãe e irmã. Se isso for verdade, ela vai entrar em contacto, e talvez seja útil. Saímos do hospital da mãe da Ane, direto

