Theodore Grey
Estou em um clube particular em Seattle, pessoas interessadas apenas em um unico tipo de sexo, redenção e submissão e isso já bastava. Estou tomando uma taça de vinho enquanto uma das escravas da casa, fica de joelhos perto da minha cadeira, eu fui até ao clube tentar esquecer a unica pesssoa que tirava meu sono, Hannah.
- Senhor!
- Diga!- responso sem olhar para ela.
- Está muito quieto hoje.
- Estou pensando apenas, pode se retirar, eu já vou para casa. - digo dando a ordem e ela logo levanta se retirando, eu não estava muito no clima do lugar e decidi sair e caminhar um pouco, já que Taylor foi trabahar para meu pai.
Sai do clube e fui recebido por um vento cortante, resmungo e ajeito o caxicol em volta do meu pescoço.
O céu esta estrelado, uma noite fria e calma e tudo que eu mais ansiava esta longe das minhas mãos.
- Senhor Theodore Grey? - reconheço aquela voz e me viro para encontrar Hannah sorrindo para mim. - Esta perdido por aqui?
-Oi Hannah, estou apenas caminhando um pouco e você o quê faz na rua tão tarde?
- Fui á farmacia comprar um remedio para minha amiga, ela esta gripada.
- Precisa tomar cuidado, é perigoso.
- Eu sei, mas não tenho carro e ela precisa do remédio. ela morde os lábios e sorriu . - É perigoso para o senhor também.
- Também. - sussurro. - Posso te fazer companhia até a sua casa?
- Claro. - ela diz e concordamos saindo de lá e indo em direção á sua casa.
Começamos um papo interessante e começamos a nos conhecer melhor, ela é fascinante e fico a cada dia mais impressionado com ela e sua força.
- Então você estava em um relacionamento tóxico?
- Sim, ele era muito ciumento, queria mandar em mim o tempo todo, ele até me bateu varias vezes. - senti uma raiva quando ela disse isso. - Bom ontem ele me procurou querendo voltar e como eu disse que não voltaria, ele me bateu de novo e o pior é que eu estava sozinha em casa.
- Hannah você precisa denunciar esse cara.
- Eu já denunciei senhor Grey, mas ele não obedece a lei.
- Voce precisa tomar cuidado, se alguma coisa acontecer com você eu não irei me perdoar. - me aproximo dela e ela fica ali parada me olhando, confusa.
- Mas não sou nada sua.
- Hannah por favor, toma cuidado. - digo pegando em sua mão, eu não queria por ela em um relacionamento b**m, não depois de escutar as coisas que ela me disse, se eu queria Hannah teria que ser do jeito mais baunilha possível e terei que controlar meus instintos de dominador com ela e com tempo contar a ela, quem realmente eu sou.
- Tomarei sr. Grey. - ela recua de mim caminhando em direção ao um prédio. - Bom, chegamos, obrigada pela companhia.
- Não foi nada, se cuida moça.
- Pode deixar. - caminho até onde ela esta e não consigo comtrolar meu corpo, a puxo para mim e a beijo, como eu queria aquele beijo, sentir o gosto dela e sentir que ela um dia vai ser minha. - Senhor Grey. - ela diz confusa e sai correndo, entrando na casa.
- p**a merda Theodore. - digo, sentindo uma vontade enorme de ir atrás dela e dizer tudo que eu queria.
Hannah me evitou o máximo que ela podia depois daquele beijo, eu fiquei longe e voltei para a minha vida de dominador, mas eu sentia que algo faltava, eu não sentia mais prazer em ter outras submissas, Hannah esta ocupando a minha mente vinte e quatro horas por dia, ela ja conseguiu impregnar na minha pele, na minha mente, aquele beijo, seu toque suave, minha carne, meu corpo gritava por ela e eu não ueria machucar ela, naõ queria que depois de ter ela aos meus braços, o desejo passasse, o t***o fosse embora, não queria que minha carne me controla-se, eu terei que me afastar de Hannah.
- Filho! - a voz do meu pai me traz a realidade.
- Oi pai.
- Parece longe, o que esta acntecendo?
- Hannah.
- Eu sabia, eu também ficava com essa cara de bobo apaixonado quando pensava na sua mãe,
- Pai. - rir dele.
- Se você gosta dela, fala com ela.
- Não é tão simples papai, eu tenho medo de assustr ela.
- Com o quê?
Encaro meu pai, conto ou não para ele ?
- Pai, eu tenho uns gostos peculiares.
- Você é gay?
- Pai!
- Nada contra meu filho.
- Não pai, eu sou um dominador.
Ele para e me encara calado, seus olhos semi cerrados me encaram sérios e sinto uma culpa por ter soltado isso assim.
- Theodore, não precisa ficar assim, porque não contou antes?
- Não sei, achei pessoal demais.
- Filho, fica tranquilo, se é isso que esta te tirando o sono em relação a Hannah, conta pra ela e veja a reação.
- Não sei pai.
- Vai por mim, ela pode até se assustar no começo, mas depois vai acabr entendendo.
- Será?
- vai por mim. - ele diz e sai do escritório.
- Será que meu pai tem razão?