Capitulo 7

1321 Words
Hannah Cheguei em casa e minha amiga havia saído, havia deixo um bilhete dizendo que não voltaria para a casa. Ela é maluquinha mesmo. Escuto meu telefone tocar e o pego da bolsa e sorriu ao ver o nome do Theodore na tela. - Boa noite Sr. Grey. - Já conversamos sobre isso Hannah, me chame de Theodore. - Me desculpe, Theodore. - Vamos começar de novo. - Boa noite Theodore. - Boa noite Hannah. - Tudo bem ? - Tudo, liguei para saber se gostaria de sair para tomar um sorvete. - riu. - Sorvete agora a noite? - Eu não tinha outra desculpa para poder te ver e te beijar de novo. - Não precisa de desculpa para poder fazer isso. - Bom saber disso. - ele sussurra e sinto meu corpo inteiro se arrepiar. - Então posso ir até aí e te ver? - Pode sim. - Chego em dez minutos. - Te espero. - Até mais baby. - ele diz e desligamos, sorriu olhando para a tela do celular e volto a si, me lembrando de tomar um banho para poder recepciona-lo. Dez minutos depois eu estou limpa e arrumada esperando por Theodore, o interfone toca e o porteiro me avisa que ele esta lá e digo que o deixe subir. Alguns minutos depois a campanhia toca e abro a porta. - Oi baby! - ele diz rouco , aquele sorriso maroto nos lábios e aquele olhar que deixa qualquer mulher tonta. - Oi! - sussurro. - Entre por favor. - Obrigado. - ele diz e dou passagem para que ele entre. - Bonito seu apartamento. - Obrigada, meu, meu não é. - Não? - Não, é de uma amiga, ela me acolheu quando vim para cá. - Ah sim. - ele diz apenas. - Que prazer te ter aqui. - Prazer maior seria se eu tivesse você nos meus braços. - Estou aqui. - sinto um arrepio gostoso, ele se aproxima de mim colando nossos corpos. - Não posso encostar em você, não até que saiba quem realmente sou. - Ah! - digo e ele se afasta. - Podemos conversar? - Claro. - indico ele o sofá onde nos sentamos e eu fico em expectativa esperando que ele comece a falar. - Hannah, preciso te contar algumas coisas sobre mim e se de tudo ainda me querer. - Que coisas? - Eu não vou enrolar e então já vou te dizer. - Sim. - Eu sou um dominador. - Dominador, você é um Dom? - Sim. - Gosta de ter submissas aos seus pés , fazendo suas vontades. - Não é bem por ai, é mais para o prazer delas do que meu. - E onde eu me encaixo nisso? - Eu quero você. - Disso eu já sei Theodore, seja mais claro. - digo sorrindo e ele s aproxima mais. - Quero ter você como minha submissa, como minha mulher, onde eu depositarei tudo que tenho, tudo que sou, quero ser seu e quero que seja minha, só minha. - Vai mandar em mim, como manda nas outras? - Não existiram outras, será apenas você e eu, eu não sou como a maioria dos dominadores, eu quero muito que seja minha submissa, mas eu quero que seja algo a mais que isso, quero poder sair com você e dizer que é minha mulher, minha namorada. - Theodore eu ... - Hannah... Eu não falei nada, apenas me joguei em seus braços e deixei que aquele beijo responde-se por mim, eu queria muito ser dele, queria muito ser a namorada do Theodore, eu já suspeitava desse lado dele, mas sempre mantive minha observação e opinião apenas para mim. - Posso ter esse beijo como sim. - Pode. - sussurro entre nosso beijo, Theodore me deita sobre o sofá e fica por cima, sinto meu corpo em chamas e tudo que eu quero é ser dele, quero que ele me toque e faça amor comigo. - Vai fazer amor comigo? - Não! Eu não vou fazer só amor com você, eu vou f***r você, vou f***r você até não aguentar mais. Sinto um t***o descontrolável quando ele diz isso. - Vpu deixar você dolorida e toda vez quando se mexer, vai se lembrar quem foi que fez isso. - Theodore... - gemo. - Vou te mostrar o quanto dominante posso ser, mas hoje não baby. - ele me dá um ultimo beijo e se levanta. - Porque? - Porque ainda não é o momento Hannah, eu quero muito f***r você, beijar cada pedacinho do seu corpo, mas aqui não é o lugar e nem o momento pra isso. - Tudo bem. - sinto uma desapontada e me ajeito no sofá. - Logo faremos e eu prometo que você vai gostar. Balancei a cabeça anestesiada pelo t***o e imaginando como seria ser dele, se ele me queria como sua submissa, eu não resistiria e seria o que ele quisesse que eu fosse. Theodore Grey Depois de passar um tempo agrádavel com Hannah, resolvi ir para a casa, eu estava passando uma temporada com meus pais, até que meu apartamento estivesse pronto, eu odeio reformas e minha mãe achou que era necessário deixa-lo mais confortável. - Querido! - ouço a voz de Kamily e reviro os olhos e me viro para cumprimenta-la. - Kamily, pensei que tinha ido embora. - Ah sua mae me convidou para ficar hospedada aqui, até que eu ache um apartamento. Me viro para minha mãe. - Bom para você Kamily, com licença. - Espera Ted, quero conversar com você. - Sobre o quê? - Sobre nós dois. - minha mãe tosse e sai da sala nos deixando sozinhos. - Não tem nós Kamily, nunca teve nós. - digo frio. - Sei que esta chateado e que te deixei, mas eu preciso saber se esta disposto a tentar de novo. - Tentar? - ela afirma. - Kamily, nós nunca existiu, foi coisa de adolescente, eu cresci, conheci outras mulheres e para ser honesto, nossa diversão foi coisa de flor da adolescência. - Theodore não diga uma besteira dessa. - Besteira? Você chega na minha casa e fala que quer tentar, tentar uma coisa que nunca existiu, Kamily eu estou com outra pessoa, não posso tentar brincar de namoradinhos perfeitos com você. - Quem é ? - Ela não é do seu interesse, ela é problema meu. - Você vai se arrepender Theodore, eu sei muito bem dos seus joguinhos e do seu outro lado depravante. - Vai fazer o quê? Contar para meus pais? Colocar no jornal? - ela fica pálida. - Vai lá e faz, eu não me importo, você não me intimidar a voltar com voce. Estou saindo da sala quando ela me puxa pelo braço. - O quê foi Kamily? - Espere, vamos conversar como adultos. - Pensei que era uma conversa de adultos. - Thed eu amo você, preciso muito de você. - Eu não duvido que me ame, mas eu não amo você, para de se humilhar desse jeito, você é uma mulher linda e merece que se respeite e de alguém que vai te amar como merece, mas esse alguém não sou eu. Ela não diz nada, me solto dela e saiu da sala, preciso muito pensar no que acabou de acontecer, mas sou seguido por Kamily. - Espere. - me viro já sem paciência. - Tudo bem Ted, eu já entendi, não somos nada e não teremos nada. - Bom que entendeu. - Podemos ser ao menos amigos? - ela pergunta esticando as mãos; - Amigos, claro. Estendo a minha pegando na dela e dando um aperto de mãos. - Fico feliz com isso Ted, bom eu vou dormir, até amanhã. - ela sobe e dou um meio sorriso. - Kamily, Kamily o que esta planejando? - pergunto a mim mesmo, ela mudou muito rápido de visão e isso não me bate bem, esta faltando peças nesse quebra-cabeça.
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