Entro no quarto silenciosamente. Tenho medo de assustar o meu pai com movimentos bruscos ou sons altos. O seu rosto está pálido. — Olá. Eu sussurro e abro levemente os meus lábios num sorriso quando vejo o meu pai consciente. Até o meu coração bate forte neste momento. — Olá. Assustei você, não foi? O meu pai levanta levemente os cantos dos lábios. É claro que palavras e um sorriso são difíceis para ele. Ele está exausto. O seu rosto ainda está pálido. — Pai! É impossível conter as minhas emoções. Os meus olhos imediatamente ficam molhados de lágrimas e eu aproximo-me, sento numa cadeira ao lado da cama do hospital e aperto a mão do meu pai. — Só não me assuste assim de novo, ok? Eu soluço e o meu pai estende a outra mão para mim e bagunça o cabelo da minha cabeça. — Por que você está

