Theodoro Máximo
Se havia algo que Theodoro Máximo, macho alfa da alcatéia Máximo do condado de Damyang Jeknokwon, e prefeito da cidade, podia dizer sobre Arthur Valentin, era que ele adorava as entradas triunfais dele.
E pensar que ele costumava achar aquelas reuniões com os anciões entediantes... Principalmente por haver muita conversa, muita reclamação, muitas ameaças e pouca ação. E então, dez meses antes, um novo círculo de bruxos assumirá o lugar do antigo. O Círculo da Noite Escura, era como se chamavam. Todos eles vinham do norte, ou como dizia sei meio- irmão Kyle, do território ianque.
Arthur, vestido em seu jeans surrado, camiseta velha e tênis gastos, entrava no salão sempre do mesmo modo, escancarando as portas duplas da sala de música do colégio e caminhando para dentro a passos largos. Ele parecia dar passos largos sempre.
Era alto para um humano, com cerca de um metro e oitenta. Tinha um corpo perfeito, forte, quadris absolutamente proporcional e peitoral de dar inveja, mesmo para os padrões de Théo.
Mesmo com tudo isso para distrai-lo, ele não conseguia afastar os olhos dos dele. Se não soubesse com certeza que era um humano total, juraria que era um deles. E nem se importava de qual raça seria.
Eram aqueles olhos... Ele tinha os olhos de um predador e, ele seria capaz de apostar a alma também.
-- Boa tarde a todos. -- Ele cumprimentou alegre com um largo sorriso. -- Como estamos neste lindo dia?
Theo teve de baixar a cabeça e esfregar o nariz para abafar uma risada . Podia ouvir seu padrasto, j**k Dragon, a quem ele se acostumara a chamar de "papai", aborrecido com a alegria insolente e atrevido de Arthur, rosnando a sua frente.
Atrás dele vinha seu círculo de bruxos. Como um grupo, não eram ruins, mas parecia haver mais brigas entre os cinco humanos só que entre os cinquenta e cinco membros do clã de hienas Martoni. Cada bruxo, porém era tão diferente um do outro que ele se espantava de terem juntado forças em algum momento.
Havia o doce Craig Liam a quem Kyle havia reivindicado como seu antes mesmo que o restante deles tivesse a oportunidade de dar uma boa olhadela. Claro, ele era uma coisinha lindo e meigo, que Théo não podia realmente culpar o irmão. Definitivamente, teria tentado a sorte se fosse outro qualquer que não Kyle a aborda-lo .
Havia ainda Gabriel Howard conhecido por todos por Gab, sempre amigável, caloroso com quase todo mundo. Não se aborrecia de ficar rodeado de gente, e queria que todos fossem felizes e demonstrasem isso. de algum modo, ele havia encontrado seu lugar entre os ursos, o que só provava que era um docinho da cabeça aos pés, porque aqueles cretinos gigantes e de pavio curto não gostavam de ninguém além deles mesmos e de salmão fresco.
O que menos chamava sua atenção era Kaleb Steinhauser, também conhecido como Sol. Este era um Ianque de verdade. Nem de longe simpático, além de desconfiado, paranóico e quase demasiadamente estranho. Raramente era visto durante o dia, e quando saia, após o anoitecer, geralmente ia para a fronteira da cidade, onde alguns cães selvagens haviam aberto uma loja de quadrinhos e jogos.
De todos eles, a quem Theo achava mais interessante era Gael Valentin, uma figura quase estatueta. Gay era quase tão alto quanto ele, um metro e noventa, e fora bombeiro. Ele levará um certo tempo para se apegar aos locais, mais conseguirá, pelo simples fato de não ser igual ao primo Arthur Valentin.
Como líder do círculo da noite escura, Arth não passava de um belo problema.
Pós é... Arth era o que ele achava mais divertido. Porque? Porque, se não tivesse bem informado, juraria que aquele homem não se importava com ninguém. Ele se impertigava vida a fora, tentando o destino e quaisquer poderes que ele, ou qualquer outra pessoa, adorasse. Conseguia trazer a tona o pior dos predadores ao seu redor, insistia em chamará irmã caçula de Theodoro de "Dentinho", por causa do jeito de suas presas quando virava um animal, carregava sempre uma arma consigo.
Da última vez que conferiu, era uma automática calibre 38, mas era conhecido por andar com um rifle a noite.
E as duas coisas eram proibidas dentro do condado Damyang. Lembrava disso, entretanto, só a Faria rir.
Gregório Hermes, urso pardo e xerife Damyang, deu a melhor definição de Arth um dia ao dizer:
-- É quando esse homem está quieto que eu fico preocupado.
Théo observou-o caminhar até a grande mesa que usavam para as reuniões, dar a volta no pequeno palco atrás deles, depois vira-se e subir. Quando ele se sentou e se ajeitou, cruzou suas pernas longas e analisou o rosto de todos, sorrindo. E apenas ele não recuou diante daquele sorriso.
Ele encarou j**k Dragon, que convocara a reunião.
Era o segundo em ordem de importância, atrás apenas da mãe de Gregório Hermes, Gwen, e dizia que a própria mãe de j**k uma vez reclamará:
-- Ele saiu de mim já rosnando para o médico que tinha lhe dado um t**a!
E foi desde felino resmungam que Arth desvio o olhar assim que ele tentou falar, voltando em vez disso, para Theo e dizendo com voz sedosa:
-- Theodoro Máximo. Você me chamou?
Porque você insiste em fazer coisas assim?
Era o que sua mãe costumava lhe perguntar constantemente, quando ainda se falavam. Arthur Valentin ex detetive do condado de Bangkok e alto sacerdote do Círculo Da Noite Escura, nunca teve uma resposta. Tudo o que sabia era que nunca pintara dentro de linhas, não gostava de limites, nem de fronteiras, e odiava regras e regulamentos, exceto do tipo mais essencial. Qualquer coisa ou pessoa que machucasse os outros de propósito era errado. e**********s, assassinos, ladrões, ele os caçaria e condenaria sem parar para pensar. Era o que tornava tão simples para ele ser um policial.
Mas quando o assunto era mais metafísico, quando se tratava de poder e sua obtenção ... Bem, Arth era um pouco mais flexível. Eu parecia que todos na cidade haviam percebido isso.
Ele sabia que os deixavam nervosos. Que não gostavam dele. E que, se tivesse a chance de caça-lo, alguns fariam isso em um instante. Para muitas pessoas, esse tipo de percepção do perigo ao seu redor seria preocupante; Mas Arth sabia que havia coisas piores no universo do que alguns predadores querendo usá-lo como alimento. Tinha estado no inferno e sido cuspido para fora de lá porque, de acordo com as palavras do satã: "simplesmente não sabia se comportar!"
Ele já havia encarado alguns dos seres do puro m*l, e entrado em uma disputa de grito com Arcanjo Gabriel no meio de um concerto de Billie Joel Jones Beach até o chorão alado fugir, debulhando sem lágrimas.
Portanto, enfrentar algumas hienas, leões e tigres que o queriam morto não era um grande problema.
Mesmo assim, de todos os moradores de Damyang, todos os predadores, cidadãos ou como quer que fossem chamados, o único que nunca parecia incomodado com sua presença era o prefeito, Theodoro Máximo. quando o conhecera, pensaram que ele era jovem demais para ser prefeito de qualquer coisa que não uma fraternidade, especialmente com aquele ridículo brinco de argola dourada que ele usava em apenas uma das orelhas como se ainda fosse 2008.
Na verdade,ele achava que o papel de prefeito era apenas uma liderança nominal, para ser preenchida por qualquer figuram endinheirado da cidade. Porque, de fato, quem iria querer mandar em um fim de mundo, no lugar em que a maioria dos coreanos nem sabia que existia!
Não era como se o prefeito pudesse prosseguir na carreira política. A última coisa que os locais desejariam era câmeras para ler, filmando a cidade para Dorama ou documentário especial da TV KB 52 sobre um candidato ao senado ou ao governo.
Esse pessoal levava sua privacidade muito a sério, e Arth não tinha dúvidas de que este era o topo de sua ascensão política. assim, qual seria a graça deste cargo para um metamorfo que se transformava em lobo de 20 poucos anos uma criatura encantadora e extremamente atraente? Então, depois de alguns meses observando Theodoro Máximo desfilar lentamente seu Atlético e maravilhoso corpo pela cidade, subitamente entendeu. . . Ele estava feliz com que tinha.
O que Arth, intimamente, achou um tanto fascinante como alguém podia estar feliz com o que tinha? Como ele poderia não querer mais da vida? Não tinha nem 30 anos ainda, estava contente por morar em uma cidadezinha, perambulando o dia todo sobre duas pernas, e a noite toda sobre quatro patas. Ele não compreendia, mas isso não importava. A vida era dele, e ele não se envolvia na vida dos outros. Já tinha problemas suficientes com a sua conta e, embora não compreendesse que Theodoro Máximo achava o muito divertido.como agora. Em vez de entregar a direção da reunião a seu padrasto j**k, Théo relaxou na cadeira, com um braço jogado sobre o encosto, sorriu para ele e disse:
-- Ah, meu lindo! Eu o chamo todas as noites, mas você nunca aparece...
-- Pensei que você estivesse só fazendo serenatas.
Sorriram um para o outro, e ele estava prestes a dizer mais alguma coisa, quando j**k Dragon bateu a mão na mesa com força. Todos se assustaram exceto Théo, que depois de ter sido criado pelo padrasto já estava mais do que acostumado a um drama, e Arth, que era uma pessoa que dificilmente se assustava por qualquer coisa. Ele ficou imóvel, permitindo que a tensão aumentasse um pouco mais, antes de olhar para j**k Dragon.
-- Algum problema... j**k?
os olhos dele fuzilaram por ele insistir em chamá-lo pelo primeiro nome em vez de" senhor Dragon."
-- Vocês estão atrasados... De novo.
-- É verdade. Mas estamos administrando o hotel. Havia uma turma enorme querendo fazer check-out pouco antes de virmos para cá. Mas não foi por isso que exigiu nos ver.
-- Você foi visto na floresta de novo. Á noite.
-- Não sabia que havia um toque de recolher.
-- E não há. Mas você não estava lá a passeio. Estava fazendo um tipo de ritual.
-- Eu sou um bruxo, é isso que eu faço.
-- Sem o seu círculo?
Arth podia sentir os olhos de seu primo sobre si, e sabia que teria de ouvir um sermão de Gay mas tarde. Ao concordar em desistir de sua vida em Bangkok e trazer seu círculo para Damyang Jeknokwon na Coreia do sul, ele pensava a fundo na dinâmica de vida em uma cidade pequena comparada à de um subúrbio.
Desde que receberá sua primeira Athame, uma linda faca de ritual presenteado por seu primeiro mentor, Arth fazia seus rituais e feitiços. E como os fazia na privacidade de seu porão ou no quintal, sem jamais ter feito amizade com os vizinhos de Bangkok, seu círculo nunca ficará sabendo. Isso era algo que ele gostava, e embora os trabalhos feitos com seu círculo fossem bastante satisfatórios, havia algo no poder obtido sozinho que fazia busca-lo com uma frequência cada vez maior.
Entendia que o que fazia sozinho não era do respeito a ninguém, além de si mesmo. Infelizmente, os habitantes de Damyang não pensavam assim, não importava o que ele estivesse fazendo.
Toda vez que se dava conta, eles já estavam se intrometendo em sua vida.
Aquela gente sabia quando ele recebia pacotes do pai, quando estava com alergia, quando ele e Gay brigaram. E não só sabiam como se metiam também. deparar com os habitantes locais indo até ele para lhe entregar receitas caseiras contra alergia era, no mínimo irritante. Tê-los rindo sobre "você e aquele seu primo", como se conhecessem perfeitamente bem os dois, era algo que o deixava furioso. E descobri que toda vez que ia floresta para resolver assuntos pessoais com os deuses, eles o delatavam para os anciões fazia sentir como se vivesse em uma cidade cheia, não de predadores, mas de ratos.
Ratos grandes, intrometidos e s*******o de quando ficar de boca fechada!
-- Foi-me dito quando cheguei aqui que seríamos deixados em paz para adorar nossos deuses como escolhêssemos.
-- O problema não é com a sua adoração. É com você.
-- Deveria ter pensado nisso antes de nos aceitar.
-- E você deveria ter alguma consideração por quem nasceu e cresceu nesta cidade. Já que envenenou um dos nossos Lagos.
-- Aquilo foi um acidente, e eu limpei de novo.
-- Diga, como devemos lidar com o m*l puro em um de nossos Lagos? Você não deveria estar mantendo m*l distante?
-- Eu disse que já limpei! E você precisa deixar isso para lá.
-- E quando botou fogo na floresta?
Mas que coisa... Será possível?...
-- Eu apaguei!
-- E as árvores que você destruiu?
Vão crescer de novo.
Dragon balançou a cabeça.
-- Você Se importa com alguma coisa além de si mesmo?
Cansado daquela conversa, Arth desceu do palco e deu a volta na mesa.
-- Você já deixou claro que não gosta de mim e que não me quer aqui como parte da sua comunidade. mesmo sabendo disso, meu círculo Tem trabalhado arduamente para proteger esta cidade. se ainda não é suficiente para você, compra o nosso hotel e nos mande embora. Mas não pense nem por um minuto, que pode me dizer como viver a minha vida como um bruxo.
Arth já ia em direção à porta, seu círculo seguia de perto quando Dragon falou:
-- Sabe moço é muito difícil conversar com alguém que se acha superior aquilo de que fazemos parte.
-- Eu nunca disse que era melhor que vocês. -- Ele disparou, abrindo a porta e virando-se para acrescentar, antes de sair para o corredor: -- mas vocês também não aprovam que eu não sou.
Théo observou o bruxo sexy escancara a porta sem nada fazer além de levantar o indicador. Depois que ele saiu, com seu séquito de bruxos logo atrás, ele suspirou.
--Eu gosto mesmo dele.-- murmurou.
Foi quando o seu padrasto atirou o caderno de anotações, acertando em cheio no rosto.
-- Você é um grande i****a!
-- Não é o que você fez, e sim o que você não fez, garoto! Não está cuidando do que deveria.
-- Sou o prefeito, não um ancião. E pelo que eu sei, assuntos do Círculo de bruxos estão sob a responsabilidade dos anciões.
-- Mas você não é um espertinho?
-- Burro eu não sou.
-- Então tome conta dele.
Theodoro arregalou os olhos para o padrasto, então ambos se voltar para Gwen, que foi a delegada da cidade por mais de 25 anos antes de se tornar uma ancião.
-- Desculpe? -- Perguntou certo de ter entendido errado.
-- Não me venha com "desculpe" Theodoro Máximo -- Você passeia pela cidade como se tivesse todo o tempo do mundo.
-- pois lhe informo que estou trabalhando. Sabe que não acredito em ficar sentado em uma escrivaninha o dia inteiro, assinando papéis. Para descobrir do que a cidade precisa, eu saio e olho.
-- É exatamente o que eu estava dizendo. Então, você vai olhar e descobrir o que ele está aprontando. E vai fazê-lo parar.
-- Eu? E o que faz pensar que ele vai me escutar, quando não escutou nenhum de vocês?
-- Nós sabemos que vai dar um jeito. Você é bom nisso. E é que vai fazer. -- Gwen bateu seu martelinho na mesa. -- A reunião está encerrada.
Ninguém falou nada até chegar ao silêncio da Alameda cardinal. Foi quando Gay agarrou a camiseta de Arth e o puxou para trás.
-- Você os está deixando nervoso.
-- Eu deixo todo mundo nervoso.
Gay soltou a camiseta.
-- Não tem de parecer tão orgulhoso disso.
Arth encarou o primo, muito mais alto do que ele. Exceto pelo fato de ambos serem muito parecidos fisicamente, havia poucas indicações de que fossem primos de primeiro grau pelo lado das mães.
-- Não estou orgulhoso disso docinho. Só aceitei as coisas como são. Nada do que eu faça vai torná-los mais contentes comigo.
-- Poderia para de vaguear pela floresta no meio da noite.
-- Tenho trabalho a fazer.
-- Que trabalho?
Uma vez que haviam chegado aquele ponto, poderia muito bem contar a eles.
-- Fui chamado para me tornar um campeão.
-- Por quem?
Quando Arth apenas o fitou Gay lançou as mãos para o ar e se afastou enquanto os outros pareciam simplesmente preocupados.
-- Mas o que há, afinal entre você e os deuses celtas? -- Perguntou Kaleb. -- Eles não são exatamente amigáveis.
-- Ela chamou, e eu respondi.
-- Ela sempre gostou de você. -- Comentou Gab de modo doce.
-- Só os deuses sabem por quê. -- Resmungou Gay.
-- Gael, você sabe o que e exigido para se tornar um campeão. Não sei porque está agindo assim.
-- Porque você os está deixando nervosos?
-- E daí?
Craig franziu a testa e cruzou os braços, preocupado
-- Não se importa com eles, nem um pouco?
-- Eu não sou indiferente, se é o que quer saber.
Gael se aproximou mais do primo.
-- Um dia, você irá longe demais.
-- Eu sempre vou longe demais.-- Respondeu Arth, antes de dar as costas e se afastar. -- Achei que você já estivesse acostumado.
Theodoro se sentou em uma pedra no topo de Barretos Hill. Ainda estava em sua forma humana, já que fora para lá diretamente da última reunião. Ficava espantado como um evento simples e anual causava tanto problema: O baile de primavera da prefeitura. A cidade toda era convidada e normalmente todos compareciam. Todo ano o baile era realizado no palácio de cristal, onde as grandes. Festas dos moradores mais abonados aconteciam. Provavelmente, ele aproveitaria melhor o evento se não tivesse encarregado de sua organização. Mas estava, e isso significava muitas reuniões com os anciãos, com a associação do escritório do prefeito e com o vendedores. Que maçada...
Normalmente, depois de uma reunião particularmente longa... E Deus o perdoasse, mas aquela última reunião tinha sido bem longa... Ele iria para casa. Dessa vez, porém viu-se perambulando por aquela colina, de onde tinha uma bela visão do chalé de Arthur Valentin. Ele ocupava um dos chalés do resort.
Não o culpava: eles eram muito bonitos, mas ele estava perdendo dinheiro ao não alugá-lo. Se bem que pelo que conhecerá de Arth nos últimos meses, não do modo como era para a maioria das pessoas. Não... Ele queria outra coisa. Ele queria poder. E isso o preocupava. O poder corrompia as melhores pessoas às vezes, e Arth já havia partido de uma base falha. De quanto precisaria pra descer ladeira ainda mais?
Ele ouviu estacionar ao lado do chalé sai do carro. Carregando uma sacolinha da mercearia, foi em direção à entrada. Parou, Contudo, antes de subir o primeiro degrau da varanda ao redor. seus olhos vasculharam a propriedade, e Theodoro imaginou se ele sabia que estava sendo observado, mas ele não chegou olhar em sua direção.
Jogou a pequena mochila e a sacolinha na varanda e levantou as mãos, com as palmas para cima. Ergueu acima da cabeça, fechou os olhos e moveu os lábios. Theodoro sabia que ele estava cantando, mas não conseguiu definir as palavras. Enquanto ele ficou ali, com as mãos erguidas, uma energia saia do chão subia por suas pernas, se eu torço, seu peito. Girou ao redor dele como uma cobra, finalmente deslizando para as suas mãos em concha.
Arth fechou as mãos em punho, levantou-as ainda mais e gritou algo que ele não entendeu. Uma lufada de vento o fustigou, e ele abaixou os braços. De suas mãos saíram relâmpagos, que eles pararam por toda área da casa em um grande círculo, e se dissiparam ao retornar para ele.
Theodoro não sabia o que exatamente Arth fizera, ou porque fizeram, mas sabia que o exaurira. Ele se recostou contra a morada da varanda por um instante, com a respiração arfante. Depois subiu lentamente os degraus e pegou a sacola e a mochila ponto abriu a porta da frente e antes que fechasse, Théo ouviu dizendo:
-- Olá, Meu bem... Cheguei.
Ao ouvir isso, os olhos dele se estreitaram; quis descer exige saber quem estava morando ali com ele, mas não se preocupou muito com isso. Estava mais preocupado com o que ele estava aprontando. Se havia algo que Theodoro levava a sério era p******o de sua cidade e de seu povo. Era tudo com que ele se importava.
decidido a voltar depois de caçar um pouco, ele saiu da pedra e foi para casa. Estava no meio do caminho quando seu celular tocou.
-- SIM?
-- Garoto...
Ele sorriu.
-- Olá, tio Bob!
Bubba Ray Kim era da alcateia Smithown no Tenessee. Namjoon adorava o tio, que na verdade era seu primo.
-- Alguma novidade? -- Quando o tio demorou para responder, Namjoon parou de andar
-- Que foi?
-- Recebi uma ligação do seu tio Darryl ... Buck está a caminho de Damyang.
-- Tudo bem. -- Respondeu, cauteloso. -- Eu resolvo isso.
-- Se precisar de mim, é só ligar. Mas não faça nada a não ser que seja obrigado.
-- Quer dizem, até você argumentar e eu receber autorização do restante da família.
-- Diga o que quiser, Theodoro Máximo, mas é assim que as coisas são. E o principal, Buck Máximo é da família... E é seu pai.
-- Não, tio Bob. Isso é a última coisa que ele é!
Theodoro desligou o esperou o momento antes de discar para outro número. Quando ouviu a voz ranzinza dizer:" Gregório falando", fechou os olhos, respirou fundo e respondeu:
-- Buck Máximo está vindo para cá. Certifique-se de que todos fiquem preparados.